Shania Twain ganhará exposição no Country Music Hall Of Fame
10.01.2017
• publicado por Diego Brambilla em Notícias

Shania Twain será o foco de uma nova exposição no Country Music Hall of Fame and Museum em 2017. O evento incluirá acessórios de palco, figurinos e outros itens que deixaram suas marcas no passado da cantora. Com abertura em 26 de Junho e encerramento em 17 de Junho de 2018, a exposição segue o anúncio de que Jason Aldean também terá uma exposição em 2017.

A estrela falou sobre seu novo álbum, que “chegará muito em breve” e explicou como foi a escolha dos produtores.

É uma honra fazer parte das exposições do Country Music Hall Of Fame de 2017. Poder revisitar meus figurinos favoritos, fotos e memórias da minha carreira traz uma sensação especial, especialmente este ano que trará uma nova fase pra mim com o novo álbum!”, disse Twain em um comunicado. “Eu estou muito animada para ter esses importantes momentos criativos em exibição.”

A exposição vai focar nos seus maiores feitos como o Come On Over de 1997, o álbum de uma artista feminina com maior vendagem da história, e as grandes turnês de Twain. A cantora apresentou mais recentemente sua turnê de despedida, “Rock This Country” – a qual, no fim das contas, não foi bem uma despedida. O novo álbum de Shania Twain, no qual ela trabalhou com vários produtores, incluindo Jake Gosling, é esperado para lançamento no final da primavera ou começo do verão.

A exibição de Aldean abrirá em 26 de Maio. As demais exibições do Country Music Hall of Fame and Museum de 2017 serão reveladas ao longo da semana.

 

NOTA: A primavera norte-americana vai de 20 de março a 21 de junho e o verão vai de 21 de junho a 23 de setembro, portanto, o novo álbum de Twain é esperado no período entre Maio e Junho de 2017.

Fonte: Rolling Stone

Shania Twain fala sobre novo álbum para 2017
21.12.2016
• publicado por Diego Brambilla em canções, Notícias

Marque no seu calendário: Shania Twain trará músicas novas em 2017!

Em entrevista para a Entertainment Weekly, a estrela canadense da música country, agora com 51 anos, após concluir uma residência de dois anos em Las Vegas e sua turnê Rock This Country em 2015, revela que está pronta para o lançamento de seu quinto álbum de estúdio, esperado já para antes de abril de 2017. O álbum será sucessor de “Up!” de 2002. “Eu estou muito atrasada!”, admite. “Eu sinto que eu preciso continuar fazendo álbuns agora.

“Quando eu cheguei ao estúdio, eu já estava familiarizada com o que eu queria fazer.”

Para seu álbum de rShania Twain recebeu o prêmio "Ícone" no Billboard Women in Music" no último dia 09 de dezembro em Nova York.etorno, Twain conta que criou várias melodias, que estão guardadas em vários dispositivos pela casa. “Há, mais ou menos, cinco deles. Eu estou sempre guardando as coisas”, diz ela. “Então, se está um dia chuvoso ou se eu estiver entediada, eu vou até os meus eletrônicos e ouço às coisas. Então eu dou títulos como “Batida animada” ou “Bela memória””.

Twain relatou que gravou seus demos em casa, usando programas como GarageBand e Pro Tools. “É realmente divertido experimentar esses arranjos”, diz ela. “Eu fiz muito dos meus backing vocals – só podendo pegar todas essas várias faixas, mover e experimentar. Quando eu cheguei ao estúdio, eu já estava familiarizada com o que eu queria fazer.”

A cantora reuniu um alto time de produtores e compositores que já trabalharam com estrelas, desde Carly Rae Jepsen até Kings Of Leon. “Eu sou uma pessoa muita focada no estúdio”, contou ela. “Não é diversão, mas a alegria vem em assistir a coisa toda crescer e estar nesse modo criativo – isso é muito indulgente para mim.”

“Eu senti como se tivesse subido uma grande montanha e ficado no topo dela, olhando nos olhos de Deus.”

Para o próximo projeto, Twain colaborou com Ron Aniello, Jake Gosling, Jacquire King e Matthew Koma. De acordo com a estrela, “todos eles são muito diferentes uns dos outros.”

Enquanto se mantém como uma das maiores vendedoras de discos da história, a estrela country revela que seu novo álbum inclui uma combinação de “baladas dolorosas e melancólicas que evoluem para canções completamente otimistas”. Ela descreve o processo de gravação como se tivesse “subido uma grande montanha e ficado no topo dela, olhando nos olhos de Deus, e dizendo ‘Eu estou aqui! O que devo fazer agora?’.”

Shania twain posa para fotos no tapete rosa do Billboard Women In Music em Nova York

Dessa vez, o álbum não contará com a ajuda do produtor Mutt Lange, seu ex-marido. “Foi um grande salto de coragem pra mim”, Twain disse à Billboard. “Eu não sabia por onde começar. Eu escrevi vários tipos de músicas, vários tipos de letras e de melodias. Quem vai dizer, ‘Certo, vamos aprimorar esse estilo?’ Eu não tinha essa direção, que eu tinha com Mutt.”

Para Twain, o álbum é como “um tipo de esquizofrenia musical.” Mas não espere hinos de separação inspirados pelo término de seu casamento com Lange. “Eu falo mais de dor, mas não senti a necessidade de ser literal sobre raiva ou ódio. É muito triunfante no final. Eu me senti como, ‘Whew! Eu fiz isso através do álbum! Eu consegui escrever todas as músicas!’ Foi como uma montanha-russa emocional e as letras refletem isso.”

Fonte: E! Online, ET Canada, CelebMix

Women In Music: Shania Twain menciona Meghan Trainor e agradece Kesha
17.12.2016
• publicado por Diego Brambilla em Notícias, prêmios

No último dia 09 de dezembro, a cantora e compositora Shania Twain foi uma das homenageadas no Billboard Women in Music, um evento anual que presta tributo às mulheres com maiores contribuições para a indústria da música. “Eu acho que tinha 3 anos quando me dei conta de que era isso que deveria ser para o resto da vida“, disse Twain, agora com 51 anos, em um vídeo antes da premiação.

Acho que quando você se torna tão grande e causa tanto impacto na música como ela fez, você é um ícone“, comentou a cantora country Kelsea Ballerini, que também se apresentou em uma participação especial no CMT Artists Of The Year em outubro, quando Twain foi homenageada com o prêmio “Artist Of a Lifetime” (Artista de toda uma vida).

“Eu acho que, como compositora, ela é muito verdadeira. Ela não se importa com o que dizem, de um jeito bom. Ela meio que diz exatamente o que está no seu coração”. – Shawn Mendes

Recebendo o prêmio de ‘Ícone” das mãos do artista pop Nick Jonas, a cantora agradeceu Kesha e disse que sentiu falta da cantora Meghan Trainor, que não compareceu o evento, devido à recomendações médicas quanto a um problema vocal. O evento, foi transmitido pelo canal Lifetime no último dia 12 e irá ao ar no Brasil pelo mesmo canal, no próximo dia 25.

Confira abaixo o discurso de Twain completo e traduzido:

Shania Twain discursa após receber prêmio de Muito obrigada. Essa é uma experiência enriquecedora e no começo da tarde, eu estava vibrando e me sentindo animada sobre o poder das mulheres na indústria da música. Eu ainda estou me sentindo assim, mas eu já entrei em um estado mais sentimental por causa principalmente, da falta de ver Meghan Trainor cantando, sabendo como é ter problemas com a voz. É muita pressão ser uma artista e você não precisa ser mulher pra saber disso, Nick conhece isso muito bem, esse sentimento de ter de viver no limite, tendo que manter tudo certo com a sua voz. Então Meghan, sentimos sua falta hoje a noite e espero que você se recupere logo e saia dessa.

Eu também quero agradecer Kesha por ter aberto seu coração sobre ela mesma e, é nisso que a composição consiste. pra mim, pessoalmente. Eu acho que o valor e a terapia da música está no que eu posso e me sinto confortável para expressar. Eu acho que a música é a minha plataforma para dizer o que está na minha mente e no meu coração e é onde eu me sinto segura para compartilhar isso com todos vocês.

Eu também quero agradecer os homens por trás de nós, pois há vários apoiadores, grandes e poderosos homens por trás de nós e dizer que muitos dizem que por trás de um bom homem há sempre uma boa mulher, eu digo que por trás de toda boa mulher há um bom homem, mas por trás dele tem outra mulher ainda melhor. Homens e mulheres, eu agradeço a todos. Eu me sinto honrada e parabéns a todos os que estão aqui. Obrigada!

Shania Twain recebe prêmio ‘Ícone’ pela Billboard
09.12.2016
• publicado por Diego Brambilla em Notícias, prêmios

A todas as crianças que riram de mim por cantar “Man! I Feel Like a Woman!“, disse Nick Jonas, antes de entregar a Shania Twain o prêmio de “Ícone” no Billboard Women In Music 2016. “Tomem — eu vou ganhar um abraço.

A lendária cantora e compositora tomou o palco no Pier 36 em Nova York para receber o prêmio nesta sexta, apenas a cereja do bolo frente aos seus 35 milhões de álbuns vendidas e 5 Grammy Awards, dentre muitas outras honrarias. “Eu acho que tinha 3 anos quando me dei conta de que era isso que deveria ser para o resto da vida“, disse Twain, agora com 51 anos, em um vídeo antes da premiação. Para a edição do Billboard Women in Music, Twain falou sobre os trabalhos em novas músicas para o novo álbum, que será o primeiro desde “Up!” de 2002.

Apesar disso, não foi apenas festa — Twain falou sobre sua simpatia por Meghan Trainor, que não pôde comparecer para receber seu prêmio pessoalmente por ter sido recomendado um descanso vocal, e por Kesha, que fez um discurso emocionante sobre seus problemas de saúde mental e com seu antigo produtor Dr. Luke. “Eu quero agradecer à Kesha por ter aberto seu coração”, disse Twain. “É disso que se trata a composição.

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Apesar do fato de que ela estava recebendo o prêmio de “Ícone”, Twain tentou enfatizar de que ela ainda é um ser humano. “Nem sempre sou forte, nem sempre me sinto corajosa ou confiante“, disse ela. “Mas em um dia como hoje, celebrando as mulheres que foram além na indústria — nós todos sabemos que o único jeito de chegar aqui, é sonhando, trabalhando muito arduamente e sendo corajosa“.

Twain encerrou seu discurso agradecendo a todos os homens que a apoiaram sua carreira, enquanto disse em meio às risadas, “Eu tenho que dizer que por trás de toda boa mulher há um bom homem…mas por trás dele há uma mulher ainda melhor“.

Shania Twain é uma das várias homenageadas no Women in Music 2016. Entre as homenageadas deste ano estão Madonna, Halsey, Andra Day, Meghan Trainor, Maren Morris, Kesha e Alessia Cara. O Billboard Women In Music vai ao ar no dia 12 de dezembro às 9 p.m. ET no canal Lifetime.

Fonte: Billboard

Shania Twain fala sobre seu triunfante novo álbum e a fama depois dos 50
05.12.2016
• publicado por Diego Brambilla em prêmios

Quando Eilleen Twain estava com 12 anos – ainda não era Shania, nem era uma estrela global – seu professor de música a pediu pra cantar uma música original em um concerto da escola em Ottawa, Ontário. Apesar de ela estar cantando profissionalmente desde os 8 anos, muitas vezes para ajudar seus pais a pagar as contas, a performance a deixava nervosa, ela sentiu isso na bexiga. Quando o MC chamou seu nome, ela estava sentada com os trompetes de sua orquestra da escola e sentiu um gotejamento quente descendo sua perna. Pensando rápido, ela jogou o copo de água que estava perto de sua cadeira e disse, “Droga! Eu derramei minha água!” Então ela foi para o centro do palco com seu violão e nocauteou a todos.

Shania Twain fala sobre seu triunfante novo álbum e a fama depois dos 50 Todo artista de sucesso duradouro tem seu instinto de sobrevivência, mas Shania Twain está no território de Joana D’Arc. Sua empobrecida infância em Ontário, é detalhada em sua autobiografia campeã de vendas “From This Moment On” ao estilo de Dickens: pais que não tinham sempre dinheiro para doces e se mudavam de um lugar para o outro, às vezes para evitar o aluguel; cinco crianças que dormiam no chão sujo dos porões; um pai que era violento com sua mãe, levando-a a depressão crônica. Uma das primeiras composições de Twain chamava “Mama Won’t You Come Out to Play” – um apelo para que sua mãe saísse da cama.

Tudo isso aconteceu antes de seus 22 anos, quando Twain estava morando em Toronto, tentando fazer sucesso como cantora-compositora, e recebeu uma ligação dizendo que seus pais haviam falecido em um acidente de carro. Para manter a ela e aos seus irmãos mais novos (Twain tem uma irmã mais velha), ela aceitou um trabalho no estilo de Las Vegas em Huntsville, Ontário, onde vivia em uma cabine sem água encanada e lavava as roupas em um rio. “A música sempre foi minha maior terapia,” reflete Twain, hoje com 51 anos. “Sempre foi. É uma ótima amiga.

Sua vida, e sorte, mudaram dramaticamente no começo dos anos 90, quando ela se mudou para Nashville e sua limpa e sociável voz foram notadas. O resto é história: 35 milhões de álbuns vendidos nos Estados Unidos, de acordo com a Nielsen Music, a maior de todas as cantoras country feminina dos últimos 25 anos. Quatro nº1 na parada Billboard’s Top Country Albums e sete na Hot Country Songs. 5 Grammys, 6 Billboard Music Awards, 5 American Music Awards. E mais, um álbum esmagador, “Come On Over”, que mantém o recorde com mais semanas no topo do Top Country Albums, com 15.7 milhões de cópias vendidas nos Estados Unidos, sendo o álbum mais vendido por uma mulher (ou artista solo) desde que a Nielsen começou a marcar as vendas em 1991.

Twain foi a rainha do crossover dos anos 90, escarranchando o country e o pop com hits infecciosos que eram animados e empoderadores. Em canções como “You’re Still The One”, “Man! I Feel Like A Woman!” e “Honey, I’m Home”, Twain injetou a vibração do country com a masculinidade do rock ‘n’ roll e o desafio feminista, lançando-se como uma garota moderna auto-suficiente: divertida, amorosa mas ambiciosa, sensual mas resistente e sem medo de rimar “estresse” com “TPM.”

Shania Twain fala sobre seu triunfante novo álbum e a fama depois dos 50

O country que eu cresci ouvindo era ousado

Shania mostrou a toda a indústria da música que havia novas opções para onde levar sua carreira na música country, como selvagemente poderia expandi-la”, disse Taylor Swift. “Ela incorporou muitos elementos no que ela representou – ela criou moda, ela era sexy, você tinha a impressão de que ela dizia exatamente o que passava na cabeça, ela era escritora, contadora de história e performer dinâmica do maior calibre. Ela era forte e ela era sensível. Ela passou por tantos problemas extremos e dor na sua vida e perseverou. Ela era elegante, nervosa e ousada. Shania se tornou uma das mulheres favoritas de todos porque ela representou o quão versátil uma mulher pode ser.

O country que eu cresci ouvindo era ousado”, diz Shania hoje, enrolada em um moletom camuflado e um jeans em uma suíte no The London West Hollywood, anos-luz de distância de seus desafios passados. Essas tantas estrelas fora do padrão que ela gravitaram em torno dela – Dolly Parton, Willie Nelson – “não eram cortadores de biscoitos”, ela diz. “Alguns deles eram realmente rudes. Alguns deles tinham antecedentes criminais! Eles estavam a mundos de distância estilisticamente, eram únicos e originais.

Mas quando ela foi notada em Nashville, ela ficou “um pouco desapontada” ao descobrir que “aquele tipo de espírito não era realmente aceitável”, lembra Twain. “Era muito radical, e fez eu me sentir insegura e como se eu não pertencesse àquele lugar.” As canções que foram dadas a ela para o seu álbum de estréia eram estereotipadas; a atitude da indústria em relação ao sexo, era no momento, mole. A CMT baniu o vídeo de seu primeiro single, “What Made You Say That”, por causa de sua barriga à mostra.

Foi uma insatisfação que levou Twain a repensar no que uma estrela country poderia realmente ser. “Ela foi a pessoa que mais trabalhou duro que qualquer outro que encontrei”, diz Luke Lewis, que era presidente da Mercury Nashville quanto Twain começou. “Eu perguntei a ela quais eram seus sonhos, e ela disse, ‘Eu quero ser maior que Garth Brooks.’

Ela era indiscutivelmente ela mesma,” diz a cantora Kelsea Ballerini, que cita Twain como uma influência ao nascer em 1993, ano em que o primeiro álbum foi lançado. “Ela não tinha medo de nada.

A ambição de Twain valeu a pena: “Come On Over” levou oito singles até os 10 melhores do Hot Country Songs; na época, você não passava por um shopping ou um posto de combustível sem ouvi-los. Em 1998, ela saiu para uma turnê de 18 meses, viajando em um ônibus personalizado de $1 milhão de dólares, com seu amado cavalo Andaluz, Dancer, de companhia. No começo dos anos 2000, os vídeos de Twain mostrando a barriga pareciam uma memória distante – apenas pense no seu cibernético macacão em “I’m Gonna Getcha Good!

Shania Twain fala sobre seu triunfante novo álbum e a fama depois dos 50 Uma nova geração de vocalistas femininas agora a vê como uma pioneira. “Eu aprendi a pensar fora da caixa dos gêneros e do status assistindo ela se reinventar, e eu sempre serei grata pelas chances e os riscos que ela correu”, diz Swift. No CMT Artists of the Year em Outubro, Twain recebeu um tributo que cruzou gêneros de Ballerini (country), Meghan Trainor (pop) e Jill Scott (R&B). Em seu show em Nashville em agosto, o rapper e conterrâneo canadense Drake disse a plateia que “cresceu sendo fã” e dedicou seu set a Twain, que estava na plateia.

E não foi depois dos 40 que, segundo Twain, “Eu percebi, ‘Oh, eu realmente mereço estar onde estou. Eu acho que mereci isso’”. Agora, depois de uma residência de dois anos em Vegas, ela está finalmente de volta a seu primeiro amor: a composição. “Eu estou muito satisfeita sendo uma pessoa criativa,” ela diz. “Eu preciso disso mais do que preciso ser uma performer. Compor, pra mim, é como cozinhar; todo mundo tem que cozinhar algumas vezes. Por que não compor músicas?

No quarto ao lado de sua suíte de hotel, o marido de Twain, o empresário suíço Frédéric Thiébaud, trabalha silenciosamente em seu laptop, sua presença é uma recordação das mais recentes conquistas de Twain. Em 2008, ela estava morando na Suíça com seu então marido, o produtor Robert John “Mutt” Lange, quando descobriu que ele estava tendo um caso com sua melhor amiga (e secretária dele), Marie-Anne Thiébaud. “Eu estava pronta pra morrer – pra ir pra cama pra sempre e nunca mais levantar,” Twain escreveu em “From This Moment On”. “Ou para machucar alguém.” Chocada e desprezada, ela se compadeceu do marido de Marie-Anne, Fred e, incrivelmente acabou se casando com ele, no dia de Ano Novo de 2011.

Foi realmente um cabo de guerra, tentar colocar em palavras todas essas emoções muito extremas e explicar para as pessoas no formato de uma música”, diz Twain. Em Lange, ela perdeu não só o companheiro da vida mas também um colaborador crucial. Tendo trabalhado com AC/DC, Def Leppard e Bryan Adams, Lance alcançou Twain depois de seu primeiro álbum, levando-a para Majorca e ajudando a criar seu novo som híbrido inovador. Foi arriscado e selvagemente bem-sucedido, quando a dupla acabou criando grandes álbuns como “The Woman in Me” (1995), “Come On Over” (1997) e “Up!” (2002)”.

Para Twain, os anos depois da separação foi um tempo de recuperação. Com treinos e reabilitação, ela fez seu caminho de volta se apresentando depois de sofrer uma incapacidade vocal (um processo documento em uma minissérie do Oprah Winfrey Network), viajando pela América do Norte (em sua “turnê de despedida” que ela afirma estar incompleta) e esteve em Vegas.

Eu não sabia por onde começar. Eu escrevi vários tipos de música, vários tipos de letras, vários tipos de melodia.

Embarcando em seu quarto lançamento, que ela espera estar completo antes do fim do ano, sem Lange foi libertante e assustador. “Foi um grande salto de coragem pra mim”, ela diz. “Eu não sabia por onde começar. Eu escrevi vários tipos de música, vários tipos de letras, vários tipos de melodia. Quem vai dizer, ‘Muito bem, vamos aperfeiçoar esse estilo?’ Eu não tinha essa direção, que eu tinha com Mutt.

Shania Twain fala sobre seu triunfante novo álbum e a fama depois dos 50

No entanto, ela tinha uma caixa de som em Thiébaud (“Ele é um grande amante da música“), e produtores como o artista de 29 anos de idade, DJ Matthew Koma, que Twain conheceu através dela e do filho de 15 anos de Lange, Eja. “Esta é uma das primeiras vezes que eu comecei a trabalhar com alguém que estava reendereçando o que sua mensagem era depois de ter tido uma carreira tão grande e impactante“, diz Koma. “Ela não estava seguindo as regras que ela já tinha seguido.

Eu fiz muito das composições no banheiro”, Twain disse rindo. “Ou no porão. Ou na praia”. Ela escreveu muito do novo álbum na sua casa nas Bahamas, embora uma das canções foi escrita em closet do quarto de hotel. “É uma coisa estranha, mas eu preciso desse isolamento. Eu preciso me sentir sozinha e íntima com meus pensamentos.

Ela descreve seu produto final como um “tipo de esquizofrenia musical”, mas se mantém “viciante”. Não espere um credo de uma mulher injustiçada como o “Lemonade” de Beyoncé. “Eu falo muito sobre dor”, ela diz, “mas eu não sinto a necessidade de ser literal sobre raiva e ódio. É muito triunfante e no final, em me senti como, ‘Whew! Eu fiz isso através do álbum! Eu consegui escrever todas as músicas!’ Foi como uma montanha-russa emocional, e as letras refletem isso.

Eu não me sinto confortável me sentindo famosa ou importante. Apenas não dá certo comigo. Se eu pudesse ser bem-sucedida e não ser famosa, eu estaria melhor servida.

Seu próprio estilo eclético talvez apareça: Ela gosta de ouvir tudo desde Twenty One Pilots até Rufus Wainwright e Djs como Cashmere Cat e Hardwell, o qual ela descobriu com Eja. “Ter esse plano de fundo, fez eu me sentir um pouco mais corajosa, confiante e feliz sobre onde a música está indo”, ela diz. Olhando para o futuro, ela fantasia novas colaborações: um álbum de duetos (Sia está no topo de sua lista), talvez um de seus ídolos. “Eu estive um show do Kanye West uma outra noite”, diz ela, “e nos bastidores, alguém me passou um telefone e diz, ‘Aqui, fala como o Stevie.’ E era Stevie Wonder. E eu estava conversando com ele e pensando, ‘Meu Deus, eu nunca cheguei a colaborar com ele’”.

Iluminada por uma visão Hollywoodiana, Twain reflete sobre quão longe ela chegou desde a infância. “Como você de repente sente que você pertence a isso, se você cresceu a vida toda não pertencendo? É realmente difícil mexer nesse interruptor. O sucesso não dá isso a você. Eu não me sinto confortável me sentindo famosa ou importante. Apenas não dá certo comigo. Se eu pudesse ser bem-sucedida e não ser famosa, eu estaria melhor servida.

À sua voz doce, ela acrescenta, “Eu passei grande parte da minha infância conturbada ou me sentindo insegura ou inadequada, Isso fica com você. É isso que aquele tipo de vida faz com você. Então, sim, eu tento aproveitar meu sucesso de diferentes maneiras, eu acho que finalmente estou começando a fazer isso agora.

Fonte: Billboard

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