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Shania Twain revela detalhes de seu novo álbum para a Rolling Stone
15.02.2017
• publicado por Diego Brambilla em canções, Entrevistas, Notícias

Reconhece a minha voz?” perguntou Shania Twain em um sofá de quarto de hotel em uma tarde gelada de Nova York. “Ainda parece eu?” Twain – que vendeu mais de 85 milhões de discos nos anos 90 e 2000 com sucessos country-pop como “You’re Still The One” e “That Don’t Impress Me Much” – discute sobre seu primeiro álbum em 15 anos.

“Eu sou uma cantora diferente agora”

Com lançamento na primavera, o álbum também marca suas primeiras gravações desde que foi diagnosticada com disfonia, um transtorno nas cordas vocais que causa rouquidão e dificuldade de falar. A questão manteve Twain fora do estúdio por anos levando-a a fazer terapia vocal. Ela finalmente encontrou um timbre reconhecível, mas mais profundo do que antes. “Eu sou uma cantora diferente agora”, diz ela. “Houve muitas discussões sobre isso, foi um dos obstáculos na minha vida que tive que aprender a conviver”.

Twain acredita que a doença veio do estresse – um deles foi seu divórcio com Robert “Mutt” Lange, finalizado em 2010. Lange, um veterano da música que construiu grandes álbuns de Def Leppard e Céline Dion, produziu e co-escreveu o material de Twain depois de 1993, incluindo “Come On Over” de 1997, que se mantém como o álbum country mais vendido de todos os tempos. A parceria terminou em 2008 quando Twain descobriu que Lange havia se apaixonado por sua amiga de longa data, Marie-Anne Thiébaud. A história se tornou uma saga dos tabloides em 2010 depois que Twain revelou seu noivado com o ex marido de Thiébaud, numa troca de casais com sua amiga. “Eu aprendi muito sobre mim mesma,” ela diz. “É assustador quando se aprende o quão vulnerável você pode ser.

Ela conta essa história em canções como “Who’s Gonna Be Your Girl?” – uma balada triste que reflete o fim de seu casamento. “É sobre se sentir desapreciada e saber que você é a segunda opção,” ela diz. “Ter de viver com alguém que tem prioridades diferentes e aceitar que você não é a coisa mais importante na vida daquela pessoa.” Outra canção, “Swinging With My Eyes Closed” é sobre lutar contra a dor. “A lutadora dentro de mim escreveu essa canção,” diz ela. “Eu estava pensando em um boxeador, ou um bebê saindo com os olhos fechados e os punhos fechados. Eles não podem sequer ver ainda e estão balançando com os olhos fechados.

We Got Something They Don’t” inicialmente soa como a comemoração de sua felicidade com Frederic, mas ela diz que, na verdade, foi inspirada por um jogo de beisebol. “Eu estava doente, em um quarto de hotel e tinha um jogo da Major League Baseball logo abaixo do hotel,” conta ela. “Eu estava chateada por não poder ir lá e apreciar o jogo, então eu escrevi esta canção sobre a equipe vencedora e o que eu gostaria de sentir, e eu entrei no espírito do jogo. Trata-se de se sentir como um campeão.

O tom de muitas das músicas mudou dramaticamente durante a longa jornada do álbum até a conclusão. “A maioria delas começou com muito melancolia e muito mais obscuras”, diz ela. “Swinging With My Eyes Closed” era totalmente triste no início. E, de repente, a luz se acendeu e houve luz no meio da escuridão. Há várias músicas que têm esse contraste que talvez sejam bem sutis para o ouvinte até mesmo perceber.”

“[Compôr] me ajudou a entender muitas coisas emocionalmente”

Enquanto os anos se passaram sem álbum novo de Twain, a pressão de fazer algo verdadeiramente especial foi subindo aos poucos. A pressão cresceu quanto Twain decidiu compôr todas as músicas sozinha. “Precisava ser realmente puro, minha própria história com minha própria jornada emocional”, diz ela. “Eu estava sozinha e, de repente, não queria me esquivar disso. Isso não é algo colaborativo; é algo muito pessoal.

Para Twain, compôr foi uma dificuldade nos anos que seguiram “Up!” de 2002, um duplo LP que falhou frente as expectativas deixadas por “Come On Over”. Ela focou mais em cuidar de seu filho de 15 anos Eja, em sua casa na Suíça. “Eu desejei como louca que tivesse músicas novas agora,” escreveu ela aos fãs em 2009. “Está sendo muito difícil colocar [minha escrita] toda em formato de música.” Ela decidiu construir sua composição depois do lançamento de seu show de retorno em Las Vegas, “Shania: Still The One”, em 2012, o qual foi seguido de uma bem-sucedida turnê em 2015.

Twain criou as canções no GarageBand antes de levá-las aos produtores, que incluem Jake Gosling (Ed Sheeran, Lady Gaga) e Ron Aniello, que produziu os dois últimos álbuns de Bruce Springsteen. “Eu disse a qualquer um que se envolveu musicalmente para esquecer minhas outras gravações,” diz ela. “Eu não queria que tivesse relação com as produções do Mutt. Eu queria uma abordagem mais orgânica.” O resultado é menos pop do que seus hits dos anos 90. “Eu estava refletindo na escuridão,” conta ela. O álbum ainda não tem título, mas ela planeja lançar um single em Março e o álbum em Maio.

Twain está ciente de que está retornando a um panorama diferente de música country – um que foi pego pelos instintos pop – e uma indústria que não banca mais vendas de CD. “Passou muito tempo,” diz ela. “Quase parece uma outra vida.” Discutindo sobre o streaming das músicas, ela acrescenta, “Eu já estou adaptada enquanto ouvinte. A coisa mais divertida é que mais pessoas ouvem suas músicas.

Twain não está pensando em voltar à estrada tão cedo depois de sua turnê, exceto por uma performance no Stagecoach Festival em 29 abril. Em vez disso, ela quer começar outro álbum; ela considera a composição uma “terapia”. “Me ajudou a entender muitas coisas emocionalmente,” acrescente. “É como quando se para de chorar. Quando você terminou, está terminado e aí você segue em frente.

Fonte: Rolling Stone

Shania Twain fala sobre novo álbum para 2017
21.12.2016
• publicado por Diego Brambilla em canções, Notícias

Marque no seu calendário: Shania Twain trará músicas novas em 2017!

Em entrevista para a Entertainment Weekly, a estrela canadense da música country, agora com 51 anos, após concluir uma residência de dois anos em Las Vegas e sua turnê Rock This Country em 2015, revela que está pronta para o lançamento de seu quinto álbum de estúdio, esperado já para antes de abril de 2017. O álbum será sucessor de “Up!” de 2002. “Eu estou muito atrasada!”, admite. “Eu sinto que eu preciso continuar fazendo álbuns agora.

“Quando eu cheguei ao estúdio, eu já estava familiarizada com o que eu queria fazer.”

Para seu álbum de rShania Twain recebeu o prêmio "Ícone" no Billboard Women in Music" no último dia 09 de dezembro em Nova York.etorno, Twain conta que criou várias melodias, que estão guardadas em vários dispositivos pela casa. “Há, mais ou menos, cinco deles. Eu estou sempre guardando as coisas”, diz ela. “Então, se está um dia chuvoso ou se eu estiver entediada, eu vou até os meus eletrônicos e ouço às coisas. Então eu dou títulos como “Batida animada” ou “Bela memória””.

Twain relatou que gravou seus demos em casa, usando programas como GarageBand e Pro Tools. “É realmente divertido experimentar esses arranjos”, diz ela. “Eu fiz muito dos meus backing vocals – só podendo pegar todas essas várias faixas, mover e experimentar. Quando eu cheguei ao estúdio, eu já estava familiarizada com o que eu queria fazer.”

A cantora reuniu um alto time de produtores e compositores que já trabalharam com estrelas, desde Carly Rae Jepsen até Kings Of Leon. “Eu sou uma pessoa muita focada no estúdio”, contou ela. “Não é diversão, mas a alegria vem em assistir a coisa toda crescer e estar nesse modo criativo – isso é muito indulgente para mim.”

“Eu senti como se tivesse subido uma grande montanha e ficado no topo dela, olhando nos olhos de Deus.”

Para o próximo projeto, Twain colaborou com Ron Aniello, Jake Gosling, Jacquire King e Matthew Koma. De acordo com a estrela, “todos eles são muito diferentes uns dos outros.”

Enquanto se mantém como uma das maiores vendedoras de discos da história, a estrela country revela que seu novo álbum inclui uma combinação de “baladas dolorosas e melancólicas que evoluem para canções completamente otimistas”. Ela descreve o processo de gravação como se tivesse “subido uma grande montanha e ficado no topo dela, olhando nos olhos de Deus, e dizendo ‘Eu estou aqui! O que devo fazer agora?’.”

Shania twain posa para fotos no tapete rosa do Billboard Women In Music em Nova York

Dessa vez, o álbum não contará com a ajuda do produtor Mutt Lange, seu ex-marido. “Foi um grande salto de coragem pra mim”, Twain disse à Billboard. “Eu não sabia por onde começar. Eu escrevi vários tipos de músicas, vários tipos de letras e de melodias. Quem vai dizer, ‘Certo, vamos aprimorar esse estilo?’ Eu não tinha essa direção, que eu tinha com Mutt.”

Para Twain, o álbum é como “um tipo de esquizofrenia musical.” Mas não espere hinos de separação inspirados pelo término de seu casamento com Lange. “Eu falo mais de dor, mas não senti a necessidade de ser literal sobre raiva ou ódio. É muito triunfante no final. Eu me senti como, ‘Whew! Eu fiz isso através do álbum! Eu consegui escrever todas as músicas!’ Foi como uma montanha-russa emocional e as letras refletem isso.”

Fonte: E! Online, ET Canada, CelebMix

Shania Twain adere ao vinil
28.09.2016
• publicado por Diego Brambilla em canções

Shania Twain, uma das maiores estrelas da música country nos anos 90, fará sua estreia em vinil neste outono. A Universal Music Enterprises anunciou que cada um dos seus quatro álbuns de estúdio serão lançados pela primeira vez em vinil neste 14 de Outubro.

Os álbuns incluem “Shania Twain“, “The Woman In Me“, “Come On Over” e “Up!“, o último será lançado em vinil duplo. “Up!” estará separado na versão country (disco verde) e na pop (disco vermelho) em um vinil duplo.

O “Shania Twain” foi lançado pela Mercury Records em 1993, mas não foi um sucesso imediato. Levou às paradas dois singles – “What Made You Say That” e “Dance With The One That Brought You” – mas só foi certificado como platina pela RIAA seis anos mais tarde, depois que ela se tornou mais famosa.

O “The Woman In Me” foi o álbum que levou Twain ao estrelato com hits como “Whose Bed Have Your Boots Been Under?” e “Any Man Of Mine“. Produzido pelo produtor veterano de rock, Robert John “Mutt” Lange, o álbum vendeu mais de 20 milhões de cópias e mudou o curso da música country.

Come On Over“, também produzido por Lange, foi o terceiro álbum de Twain e teve 12 de suas 16 faixas lançadas como singles. O álbum ficou nas paradas por dois anos e vendeu mais de 40 milhões de cópias, tornando-se o álbum mais vendido de todos os tempos por uma artista feminina. Entre as faixas estão “Love Gets Me Every Time”, “Honey, I’m Home” e “From This Moment On“, um dueto gravado com Bryan White que foi regravado como solo para as rádios pop.

Up!” foi o quarto álbum de Twain e o terceiro produzido por Lange. O álbum vendeu 11 milhões de cópias, fazendo de Twain a única artista feminina a ter três álbuns consecutivos certificados como diamante nos Estados Unidos. Três versões do álbum foram lançadas: uma versão pop (disco vermelho), uma versão country (disco verde) e uma versão internacional (disco azul) no estilo de música indiana. “I’m Gonna Getcha Good!”, “Forever And For Always” e “She’s Not Just A Pretty Face” foram lançadas como single.

Até a publicação, nenhuma das versões internacionais de seus álbuns ou seu álbum “Greatest Hits” foram programados para serem lançados em vinil.

Fonte: Music Universe

[Stylecaster]: 15 canções pop originalmente escritas para cantoras diferentes.
08.04.2016
• publicado por Diego Brambilla em canções

O cenário da música pop atual talvez tivesse um olhar muito, muito diferente se um punhado de cantoras tivessem aceitado as canções originalmente escritas pra elas.

scherzinger-rihanna-we-found-loveCanção: “We Found Love” de Rihanna
Originalmente oferecida a: Nicole Scherzinger

A ex Pussycat Doll disse a revista “Notion” que teve a chance de gravar “We Found Love”, a canção produzida por Calvin Harris que se tornou um mega-hit de Rihanna. “Eu passei pra frente ‘We Fould Love’,” disse Scherzinger. “Eu recebi uma demo da música, mas estava ocupada no momento.”

 

 

 

shamia-beyonce-irreplaceableCanção: “Irreplaceable” de Beyoncé
Originalmente escrita para: Shania Twain ou Faith Hill

O “to the left” R&B hit de Beyoncé foi escrita por Ne-yo e o dueto norueguês Stargate, mas não foi escrita com Beyoncé em mente. De acordo com a MTV News, Ne-Yo revelou em entrevistas que ele tinha Faith Hill e Shania Twain na mente quando compôs “Irreplaceable” como um canção country, e Hermansen ainda acha que a música se tornaria facilmente um hit nas rádios country. Quando Bey a ouviu, entretanto, ela amou e disse que poderia colocar sua própria marca nela.

 

tlc-1992Canção: “…Baby One More Time” de Britney Spears
Originalmente oferecida a: TLC

É dificil de imaginar TLC – o trio de R&B dos anos 90 conhecido pelas calças largas e tops – tendo o mesmo sucesso com essa música como Spears, mas o produtor Max Martin originalmente a ofereceu a elas para o álbum “FanMail” de 1999. Elas obviamente rejeitaram, dando a Britney uma passagem só de ida para o estrelato.

 

 

justin-timberlake-michael-jackson

Canção: “Rock Your Body” de Justin Timberlake
Originalmente oferecida a: Michael Jackson

A suave faixa foi oferecida a Jackson para seu décimo e último álbum de estúdio de 2001, “Invincible”, junto com outras canções de Pharrell Williams e Chad Hugo da dupla de produtores The Neptunes. Jackson rejeitou todas as músicas, a qual eventualmente foi parar no álbum de estréia de JT “Justified”, de 2002.

 

 

kelly-pinkCanção: “Since U Been Gone” de Kelly Clarkson
Originalmente oferecida a: P!nk e Hilary Duff

Inicialmente, a canção pop – escrita pelos produtores Dr. Luke e Max Martin – foi escrita para P!nk, a quem recusou, assim como Hilary Duff, a segunda opção deles. Supostamente o mega-produtor Clive Davis os convenceu a cedê-la para a vencedora do “American Idol” Clarkson em 2007, quem a fez uma das canções pop mais bem sucedidas da década, e ajudou a vender 2.6 milhões de downloads de seu álbum “Breakaway”, de acordo com a Nielsen SoundScan.

 

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Canção: “Telephone” de Lady Gaga e Beyoncé
Originalmente oferecida a: Britney Spears

Gaga originalmente escreveu “Telephone” para ser incluída no álbum “Circus” de Britney em 2010, mas a pop star a rejeitou. Gaga a manteve para si mesma e a transformou em um mega dueto com Beyoncé. Para ser justo, essa é uma das poucas canções da lista que provavelmente seria igualmente boa se fosse gravada pela artista a quem foi oferecida.

 

 

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Canção: “We Can’t Stop” de Miley Cyrus
Originalmente oferecida a: Rihanna

O produtor de “We Can’t Stop” Mike WiLL Made-It confirmou que a canção de festa de 2013 foi escrita para Rihanna, com quem ele acabou trabalhando em “Pour It Up”.

“Quando eu originalmente trabalhei em ‘We Can’t Stop,’ a tivemos para Rihanna,” ele contou ao MTV News. “Rihanna, ela ouviu ‘Pour It Up’ direto e nem quis ouvir ‘We Can’t Stop.'” Ele também disse que Miley mudou a gravação, de acordo com sua pegada. “Então soou totalmente diferente do que originalmente tentamos fazer.”

pusha-t

Canção: “Ni**as In Paris” de Jay Z e Kanye West
Originalmente oferecida a: Pusha T

Se ele quisesse, Pusha T – ex-integrrante da dupla de hi-hop Clipse – poderia ter tido a incrível faixa do álbum de 2011 de Jay e Kanye “Watch The Throne” mas ele admitiu que provavelmente não ficaria tão boa. “Eu digo as pessoas o tempo todo que não sei se faria daquele jeito,” ele disse em uma entrevista em 2011, “o que significa que a gravação talvez não fosse tão especial se eu a fizesse.”

 

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Canção: “I Don’t Wanna Miss a Thing” de Aerosmith
Originally offered to: Celine Dion

Essa poderosa balada apareceu na trilha sonora do filme “Armageddon” de 1999 o qual estrelou Liv, o irmão do vocalista do Aerosmith, Steven Tyler. A música foi escrita pela legendária compositora Diane Warren, a qual disse que ela era para Celine, mas amou a ideia de uma voz de macho em uma canção tão sensível.

 

 

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Canção: “Toxic” de Britney Spears
Originalmente oferecida a: Kylie Minogue

O hit de 2004 de Britney era para servir de sucessor de “Can’t Get You Out of My Head” de Kylie, mas a pop star australiana a rejeitou. “Eu ouvi um pedaço dela nos escritórios da gravadora e decidi contra.” ela disse em uma entrevista em 2008. “É como aquele peixe que foi embora. Você só tem que aceitar isso.”

A canção terminou ganhando o primeiro Grammy deBrit e alcançando 1.9 milhões de downloads desde seu lançamento de acordo com a Nielsen SoundScan.

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Canção: Whataya Want From Me” de Adam Lambert
Originalmente oferecida a: P!nk

Finalista do “American Idol” Lambert fez dessa enorme balada pop de 2009 seu maior hit, mas ela poderia ter terminado no álbum de P!nk “Funhouse”. Interessante, ela co-escreveu a faixa com os produtores Max Martin e Shellback antes de decidir passá-la adiante, apesar de ela ter gravado uma versão da música.

 

 

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Canção: “Don’t Cha” das the Pussycat Dolls
Originalmente oferecida a: Paris Hilton

Esse single de 2005 foi originalmente oferecida a Hilton antes de ir parar com as Pussycat Dolls, que a transformaram no primeiro single do seu primeiro álbum “PCD.” Hilton lançou um álbum em 2006 mas nunca teve um hit.

 

 

 

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Canção: “Breakaway” by Kelly Clarkson
Originalmente oferecida a: Avril Lavigne

Lavigne de fato co-escreveu esse hit para seu próprio álbum de estréia “Let Go” em 2002, mas decidiu que ele não se encaixava com o resto do material. Naquele momento, Clarkson havia acabado de ganhar o primeiro “American Idol” e a canção foi seu primeiro hit. Enquanto talvez não deu certo para o álbum de Lavigne, você definitivamente pode ouvir traços da cantora na música.

 

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Canção: “I’m a Slave 4 U” de Britney Spears
Originalmente oferecida a: Janet Jackson

Escrita por Pharrell Williams, do grupo de produtores The Neptunes, essa canção pop foi um dos primeiros “Estou crescendo!” do terceiro álbum de Spears, “Britney”, mas foi originalmente oferecida a Janet Jackson, que a passou. Jackson também teve a chance de gravar “Boys”, outra faixa dos Neptunes que Britney deixou famosa, mas só foi até a gravação de um demo não lançado.

 

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Canção: “Disturbia” by Rihanna
Originalmente oferecida a: Chris Brown

Oh, a ironia. “Disturbia” foi na verdade escrita por Brown e seu time para ser parte da edição de relançamento de seu álbum “Exclusive” em 2007, mas Brown decidiu incluir “Forever” no lugar. Ele sentiu que “Disturbia” ficaria melhor em uma voz feminina e a deu a Rihanna. Todos sabemos como isso terminou.

 

 

 

Matéria original: Stylecaster

Os 5 maiores sucessos de Shania Twain que ainda são ouvidos no Brasil
13.03.2016
• publicado por Diego Brambilla em canções, especiais

Que Shania Twain já conseguiu o grande número de mais de 85 milhões de álbuns vendidos em todo o mundo e conseguiu, com apenas quatro álbuns de estúdio se tornar a artista country com maior vendagem da história, não é novidade. Que ela arrebata fãs do mundo todo lotando arenas e eventos em todas as suas turnês, também não é muito novo.

O detalhe é que nem sempre as canções que se tornam hits internacionais, conseguem grande visibilidade no Brasil. Alguns cantores emplacam sucessos diferentes no país, quando comparados ao resto do mundo. Com Shania, a coisa toda do sucesso não foi diferente. Mesmo sem nunca ter vindo ao país(o que seria nosso sonho), a cantora cativou uma verdadeira legião de fãs com sua combinação de beleza, simpatia e boa música. Por que não, então, elencar cinco das músicas que mais caíram no gosto popular?

1) Man! I Feel Like A Woman!

Não tem como falar de Shania Twain sem falar desse hino de empoderamento feminino. A canção, lançada às rádios em Março de 1999, ganhou um single exclusivo no Brasil e acabou chegando ás novelas. Internacionalmente, foi mais um hit de Shania a atingir o Top 10 das paradas da Billboard. No Brasil, a canção foi tema da novela “Laços de Família” em 2000 e do comercial da Chevrolet em 2004. Até hoje, é uma das músicas mais tocadas em festas e bailes country por todo o país, sendo regravada até mesmo pela cantora sertaneja Paula Fernandes.

2) From This Moment On

Hino dos casamentos no mundo todo, com dueto ou sem dueto, “From This Moment On” embala os casais apaixonados até hoje no país. A canção já foi eleita a segunda mais executada em casamentos e é uma das grandes marcas de Shania. Foi regravada pela dupla Cídia e Dan em 2012 e mais recentemente por Zezé de Camargo e sua filha Wanessa em vídeo divulgado nas redes sociais. A duple Chitãozinho e Xororó também fez uma versão da música. Internacionalmente, a canção ficou em primeiro lugar do Billboard Pop 100 e no Brasil, ficou entre as mais tocadas no ano de seu lançamento.

3) You’re Still The One

Primeiro e único dueto de Shania com brasileiros, “You’re Still The One” fez sucesso no país em dois momentos. Primeiramente, foi destaque na década de 90 e começo dos anos 2000 quando foi originalmente lançada por Shania. A canção ficou entre as mais tocadas das rádios e até hoje, é muito ouvida e buscada no país. Posteriormente, em 2014, com o dueto de Shania com a sertaneja Paula Fernandes, a canção voltou a cair no gosto popular, se tornando uma das canções mais tocadas daquele ano. Enquanto isso, internacionalmente, “You’re Still The One” foi o melhor single de Shania nas paradas da Billboard.

4) Don’t!

Apesar de não agradar muito o crítico público norte-americano, “Don’t!” conseguiu enorme êxito no Brasil, principalmente por fazer parte da trilha sonora da novela “América” da Rede Globo, em 2005. Enquanto que, internacionalmente, a música não atingiu o Top 10 em praticamente nenhum país, no Brasil ficou entre as 10 mais tocadas daquele ano e ainda hoje, é uma das canções mais acessadas de Shania nos sites de músicas do país.

5) Any Man Of Mine

Não poderia ser “Etc e Tal”? A canção do multimilionário álbum de 1995 de Shania conseguiu maior êxito no país devido à versão do fenômeno mirim Sandy e Junior, lançada em 1996. Não é difícil encontrar quem cante “Quem quiser me amar / Tem que me aceitar / Tem que ser decente, gente, quente, etc… e tal”, afinal, os versos até hoje permanecem na cabeça de muitos brasileiros que acompanhavam as estações de rádio da época. Além do grupo, a dupla Edson e Hudson também trabalhou em uma versão para o hit, lançada em 1997.

Seria muito cansativo (e daria um artigo enorme) elencar todas as músicas de Shania que foram sucesso no Brasil, porém, essas cinco canções foram e continuam sendo, bastante visíveis no país. Não é difícil andar por ai e ouvir Shania em shoppings, supermercados, baladas, festas e lojas. O legado musical de Shania é enorme em todo o mundo e claro, esperamos que ele possa aumentar logo com o lançamento de seu quinto álbum de inéditas previsto para esse ano. O trabalho seria o primeiro desde “Up!” de 2002.

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