Cantora Halsey faz referência à Shania Twain em novo vídeo
10 jan 2020

Nesta sexta-feira (10), a cantora Halsey lançou seu novo single “You Should Be Sad” e, com ele, um videoclipe que deu o que falar.

O single faz parte do próximo álbum de estúdio da cantora, “Manic”. No video, a cantora faz referência a vários artistas mulheres inspiradoras, como Christina Aguilera, Lady Gaga e Shania Twain.

“Está carregado com acenos à grandes ídolos meus”, disse Halsey em sua conta no Twitter.

No vídeo, Halsey faz referência aos clipes de “Man! I Feel Like A Woman!” e “That Don’t Impress Me Much”, ambos vídeos icônicos da carreira de Shania.

A equipe do Halsey Brasil comentou que há vários dias, Halsey havia postado fotos de Shania em seu stories do Instagram. A cantora chegou a postar em seu twitter que “foi difícil não postar 100.000 fotos” da roupa de leopardo.

O clipe de “You Should Be Sad” está disponível no YouTube e já ultrapassa 800 mil visualizações.

Agradecimentos: Halsey Brasil

Shania Twain reflete sobre sua carreira e afirma que já está em estúdio
06 jan 2020

Em entrevista recente ao podcast de George Ezra, a cantora Shania Twain refletiu sobre sua infância em Timmins, o início de sua carreira e já afirmou que está em estúdio trabalhando em seu próximo álbum.

Durante sua infância, Shania passou por inúmeras dificuldades com sua família, desde não ter onde comer. Seu pai nem sempre tinha trabalho e a família tinha que procurar abrigo com membros de uma reserva indígena local. O pai de Shania, Jerry, era um índio da tribo Ojibway.

“Nós éramos uma comunidade compartilhando uns com os outros então, muitas vezes na reserva, íamos caçar em grupos e eles estavam caçando para todo mundo, não só para eles.”

“Era bem típico ir para a casa da minha avó depois da escola e, dependendo da estação do ano, alguns animais são melhores em certas estações do ano do que carne, mas, no outono, era particularmente bom e nós colocávamos, um grande pedaço de carne do tamanho de um bife no balcão e todos que chegavam, passavam e davam uma beliscada, algumas mordidas e era o que fazíamos.

Mas, apesar do trabalho duro, Shania compartilhou que sempre havia música em casa.

“Eu sempre fazia as harmonias e minha mãe achava estranho o porque de eu fazer isso, mas eu respondia eventualmente, mais depois dos 6 anos, que eu conseguia entender que eu estava cantando harmonias. E ai ela perguntava: ‘porque você faz isso?’ e eu dizia: ‘é muito chato cantar só com a melodia’ e daí rapidamente eu comecei criar a outra parte. Então, a melodia começava e eu cantava minha própria parte e sempre fui muito fã de grupos de vocalistas, por exemplo, The Mamas and The Papas, foram grandes para mim, The Carpenters.”

Shania também falou sobre os grandes desafios de cantar nos bares, já que sua mãe Sharon, a tirava da cama muitas vezes para que cantasse e ajudasse a colocar comida na mesa da família.

“Comecei aos 8 a cantar nos bares e aquela era minha plataforma, era o meu palco. E só havia duas coisas que eu podia fazer: eu podia cantar entre os sets e sair rápido e isso dava cerca de 15 minutos, eu subia, cantava 3 ou 5 músicas e tinha que sair, então isso era bem regulado. Mas o pior era que a maioria dos bares só deixava entrar depois da meia noite porque, quando você é menor de idade, quando eles param de servir álcool, à meia-noite, você é permitido de entrar.”

Seguindo a linha do tempo, Shania também falou sobre a morte de seus pais e como isso influenciou em sua carreira. Aos 21 anos, ela estava em Toronto, tentando conseguir um contrato de gravação quando soube que teria que voltar à Timmins, para criar seus três irmãos mais novos e lidar com a perda dos pais.

Shania então, consegue um emprego no Deerhurst Resort, em Huntsville, que ajudou a manter a família unida.

“Eu nunca sai de Ontário naquele momento e, quando meus pais morreram, eu consegui um emprego através de uma amiga com um ótimo pagamento, uma produção de palco, ainda em Ontário, mas eu nunca procurei esse tipo de trabalho porque não eram músicas originais. Eu sempre escrevi minhas próprias músicas e queria ser uma cantora que as grava.”

“Aquele tipo de apresentação foi uma necessidade para pagar as contas. Eu nunca consideraria procurar por um emprego como aquele, mesmo que pagassem melhor do que o que recebia, não ia me levar a nenhum lugar na minha carreira. Eu estava focando em me desenvolver, não ter um trabalho na música, então era o contrário do que eu estava procurando.”

“Eu sai daquele show, assinei com uma gravadora, porque toda a noite eu saia e ia gravar demos das minhas músicas, caindo na composição. Eu fazia isso até às 3 horas da manhã e logo cedo tinha que levantar, levar as crianças na escola, não tínhamos um bom aquecimento em casa então eu tinha que acender a fogueira antes de ir dormir, eles já estavam na cama, então eu acendia antes de eu ir para a cama, geralmente lá pelas 3 horas da manhã, e por volta das 7 horas, tinha que levantar antes deles.”

Shania também comentou sobre seu começo modesto em Nashville e como sua música foi rejeitada antes mesmo de ser lançada pela gravadora.

“A gravadora me deu cerca 20 mil dólares e aquele foi meu começo e eu escrevia músicas todos os dias e tinha dois produtores da gravadora que assinaram comigo e no final, eles decidiram que nenhuma das minhas músicas era forte o suficiente e eu teria que gravar músicas de outras pessoas.”

Shania também contou à Ezra que, para a produção de seu primeiro vídeo “What Made You Say That?“, ela foi quem escolheu o figurino, o comprou e se maquiou sozinha.

“Eu tive que usar as dicas de performance que tinha aprendido nos vídeos do meu primeiro álbum, o que foi muito importante. Se eu não tivesse feito os shows no Deerhurst, eu nunca teria aprendido como se mover como uma mulher.”

“No meu primeiro vídeo, não usei sutiãs, eu não estava me rebelando, estava me aceitando [como mulher]. Eu nunca me senti uma feminista nesse sentido, eu não estava sendo rebelde, estava só dizendo ‘esse é meu corpo e eu gosto dele, sou magra, sou atlética e é assim que se parece no vestido’. Aquilo foi muito ousado e, a barriga de fora.”

“Eles viram como um choque, como exploração, e eu fiquei ‘vocês estão brincando? Eu estou no controle aqui, são minhas decisões, eu estou dirigindo meu visual e é aqui que quero estar’.”

“A gravadora tinha me dado muito pouco dinheiro para aquele primeiro vídeo e eu tive que comprar as roupas para o vídeo, então o diretor disse ‘ok, aqui está’, 200 dólares mais ou menos, então eu fui à um brechó e provei tudo o que podia dentro daquele valor e claro, era um vestido bem maior, tive que apertar e tal, então eu tive que dirigir todo o look em mim mesma, não tinha ninguém para fazer cabelo e maquiagem, então eu tive que fazer isso por mim mesma e eu ainda acho que fiz isso muito bem, e eu me coreografei. Era basicamente nós dois, então eu fui livre em como eu queria aparecer, como eu queria me mexer, porque o diretor não fez isso.”

“Minha composição nunca foi totalmente country”

“Nas minhas primeiras performances, aos 8 anos, como o country tradicional era popular nos bares, eu cantava country tradicional, mas eu também cantava folk que eu estava acostumada a ouvir como Brad e Bee Gees, que não são nem um pouco country. Então eu já estava fazendo uma mistura já naquela idade, com Eagles, Fleetwood Mac, que estavam sempre mais para o lado do folk e do pop.

Shania também comentou sobre a controversa mistura entre country e pop, que se solidificou mais com o lançamento de álbuns como “The Woman In Me” e “Come On Over“.

“A partir do momento que eu assinei com uma gravadora, eu não era nem um pouco country convencional, eu desenvolvi para o que eu quisesse, você encontra seu próprio estilo. Então o que aconteceu foi que, quando eu consegui meu contrato e passei pelo primeiro passo de fazer o álbum que eles queria que eu fizesse e eu estava escrevendo todas as minhas músicas para o álbum, isso se tornou meu próprio tipo de country e já que as gravadoras country estavam contratando mais do que as gravadoras pop naquele momento, era ali que a minha oportunidade estava. A oportunidade estava na porta, eu entrei correndo por aquela porta, não importava que gênero era para mim, eu era minha própria música.”

Shania também comentou que os álbuns que Mutt produziu com ela – especialmente “Come On Over” – foram os primeiros álbuns country que ele havia produzido até então, e tornaram-se os maiores álbuns que ele já produziu na vida.

Shania também comentou sobre o seu retorno aos palcos em Las Vegas em 2012, com o show “Still The One“.

“Na primeira foi uma coisa que eu estava petrificada em fazer, teve muitas dúvidas e muita hesitação da minha parte, porque eu ainda estava recuperando minha voz, então, eu procrastinei por muito tempo sobre cantar de novo ou mesmo tentar cantar de novo.”

“A única coisa que realmente me puxou, foi ter um prazo e colocar alguma pressão. Então, eu demorei um pouco para aceitar, mas quando aceitei, eu tinha que cair de cabeça e fazer acontecer.”

E há uma diferença em voltar à Las Vegas agora, já que a cantora esteve envolvida em toda a produção do show “Let’s Go!“, que segue no Zappos Theater.

“Na noite de abertura, eu estava muito pronta, não estava nem com medo, não dava para acreditar. Eu trabalhei tão duro e estava preparada. Eu também acredito que quanto mais você se prepara, menos medo e ansiedade você sente sobre alguma coisa. Então estar envolvida com a produção, para mim, fez com que tirasse muito da minha ansiedade. Na hora que estou no palco me apresentando, eu sei de cada coisa que está acontecendo.”

E todo esse envolvimento com a produção a deixou inspirada para criar cada vez mais músicas e que já está em estúdio gravando demos para seu novo álbum.

“Criar música é minha parte favorita enquanto artista. Eu poderia viver sem qualquer outra música, menos sem criar música. Mesmo que ninguém fosse me ouvir, eu preciso disso como algo meu, é uma terapia para mim e uma indulgência que eu preciso.”

O podcast de George Ezra está disponível completo no Spotify, e você pode ouvir logo aqui abaixo:

Review da década: A reviravolta de Shania Twain
16 dez 2019
notícia postada por Diego Brambilla

Veja quão longe ela chegou. No inicio desta década, Shania Twain estava prestes a entrar em uma das maiores reviravoltas de sua vida e carreira. Naquele momento, a cantora havia acabado de se divorciar do seu então marido e produtor “Mutt” Lange, e ainda lutava contra problemas vocais e estava afastada de nós.

A década começou com Shania Twain participando de um dos maiores eventos daquele início de ano. A cerimônia de abertura das Olimpíadas de Inverno de Vancouver teve uma participação da cantora durante sua passagem por Timmins. Naquele evento, o Portal Shania Twain cobriu todo o evento e trouxe as notícias com exclusividade.

No mesmo ano, Shania ainda anunciou sua primeira série de TV “Why Not? with Shania Twain” ao lado de Oprah Winfrey, responsável pelo canal americano OWN. Ainda, a cantora participou do programa “American Idol” como mentora dos participantes.

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No ano seguinte, Shania Twain lançou sua primeira autobiografia, “From This Moment On“, juntamente à Atria Books. O livro tornou-se um sucesso e se tornou best-seller do NY Times. Para promover o livro, a cantora também participou de diversos programas e eventos.

Em 2011 também, Twain reencontrou o amor e se casou com o executivo Fredéric Thiébaud em uma cerimônia privada em Porto Rico.

Retorno aos palcos

No ano seguinte, Shania Twain reassumiu a carreira e voltou aos palcos no Caesars Palace, com sua primeira residência “Still The One“. Foi a primeira vez que a cantora subiu ao palco desde 2004 e foi uma superação para a cantora, que lutava contra a disfonia.

Por dois anos, a superestrela apresentou seu próprio show e trouxe de volta seus próprios hits. Após o término, Shania embarcou em uma turnê incrível, bem no meio da década. A “Rock This Country Tour” foi uma das turnês mais lucrativas daquele ano e fez de Twain, uma das cantoras mais bem pagas daquele ano.

Dois anos depois, a cantora se superou mais uma vez, voltou ao estúdio e lançou seu primeiro álbum em 15 anos. “Now” marcou o retorno de Twain ao mercado fonográfico e dominou o topo de paradas ao redor do mundo.

Em apoio ao álbum, no ano seguinte, Twain voltou à estrada para mais uma turnê. A “Now Tour” foi a primeira turnê a passar pelo Brasil, em um show histórico para mais de 55 mil pessoas na arena da Festa do Peão de Barretos. Nós estávamos lá e fizemos a cobertura completa do evento.

Shania Twain também foi para às telonas para seu primeiro filme “Trading Paint” com John Travolta.

Em 2019, já no finalzinho da década, Shania decidiu voltar à Las Vegas para mais uma residência “Let’s Go!“, que se iniciou no último dia 06 de dezembro com grande apoio da crítica e dos fãs. O último show do ano está programado para a próxima quarta-feira (18) no Zappos Theater.

Além disso, Twain também seguiu com as gravações de seu segundo filme “I Still Believe, filme que conta a história de Jeremy Camp.

Tudo isso prova que a década de 2010-2019 causou uma grande reviravolta e grandes superações para a cantora que entrou no período acreditando que nunca mais cantaria novamente e hoje, segue sua carreira com grande sucesso.

O que vem por aí?

Para a próxima década, inicialmente, Shania deve continuar sua residência em Las Vegas até 2021. Além disso, o segundo filme “I Still Believe” será lançado em março de 2020. A cantora ainda anunciou um novo álbum também para 2020, o que indica que será uma década tão conturbada quanto essa e nós, do Portal Shania Twain, estaremos aqui para cobrir tudo.

Shania Twain afirma “Terei um álbum novo escrito em breve.”
09 dez 2019

Em entrevista recente ao site News 1130, a cantora Shania Twain falou sobre o processo de criação de sua nova residência “Let’s Go!” no Zappos Theater em Las Vegas, seu futuro próximo álbum que, segundo ela, está programado para o ano que vem.

Terei um álbum novo escrito em breve.”

Twain ainda falou sobre o sexismo na indústria da música e sobre como as mulheres perderam força na música country.

Houve certo regresso na música country. As mulheres querem ser expressivas, mas sentem que se forem muito expressivas, não serão tocadas no rádio e mal estão sendo tocadas no rádio agora!“, afirmou.

Twain ainda mencionou possíveis colaborações com Harry Styles e Post Malone. “Eu não sei como isso vai acontecer, mas vai acontecer.”

Confira abaixo a tradução completa da matéria:

“Ela é pioneira e detém o recorde do álbum mais vendido por uma artista feminina de qualquer gênero em seu álbum “Come On Over“. Shania Twain é uma força na indústria da música há mais de três décadas e está de volta a Las Vegas para lançar sua nova residência no Zappos Theater no Planet Hollywood. Desta vez, porém, ela é a diretora criativa por trás do show.

Eu definitivamente faço parte da equipe agora, do começo ao fim“, disse Twain ao CityNews. “Eu tenho que usar muitos chapéus, desde iluminação, coreografia até figurinos. Estou envolvida desde o começo. Eu tenho muita experiência e agora parece mais gratificante ter esses meios criativos, além de ser apenas a artista.

A alegria que sinto de me apresentar agora que estou envolvida em criar a coisa toda, é que tenho o privilégio de apresentar o trabalho que fiz e que todo mundo fez no show. Estou gostando de me apresentar agora mais do que nunca.

O show de duas horas está cheio de hits atrás de hits e inspirou Twain no estúdio.

No espírito criativo de montar o show, comecei a escrever e escrever e, no final, terei um novo álbum escrito em breve.

Embora ela não tenha uma data definitiva marcada para a nova música, Twain disse que escreveu algumas músicas que espera gravar com alguns dos principais artistas da indústria no momento.

Harry Styles e eu, trocamos mensagens de texto, já fazemos isso há algum tempo, assim como fãs em comum e nós dois estamos muito abertos a fazer algo, então precisamos encontrar o momento certo para conectar e entrar na mesma sala juntos e fazer algo de forma criativa.

O ex-galã do One Direction não é o único artista que ela espera lançar em seu novo álbum.

Eu já escrevi uma música para mim e para o Post Malone. Eu não sei como isso vai acontecer, mas vai acontecer. Estou confiante nisso.”

O show de Twain em Las Vegas tem tudo o que você esperaria de uma residência na cidade do pecado – o glamour, música de sucesso, glamour, após música de sucesso.

Seu último álbum em 2017, ‘Now‘, estreou no número 1 na parada da Billboard e espera-se que sua residência de 23 dias se esgote. Isso acontece mais de 25 anos após o álbum ‘The Woman In Me‘. O álbum não veio sem controvérsia, nem seus álbuns de acompanhamento ‘Come On Over‘ e ‘Up!‘ onde muitos na comunidade de música country a julgavam pela maneira como ela se vestia e parecia. Passaram décadas e não mudou muita coisa.

Acho que eles ainda acham que sou sexy demais para o country e muitas outras mulheres também são consideradas sexy“, explicou ela.

Houve certo regresso na música country. As mulheres querem ser expressivas, mas sentem que se são muito expressivas, não serão tocadas no rádio e mal estão sendo tocadas no rádio agora! Há um aperto que precisa ser liberado para que o público possa se beneficiar das incríveis artistas femininas que estão de pé agora. Precisamos ser capazes de brilhar, precisamos ser capazes de entrar nos holofotes. É quase como se não fossemos bem-vindas por certos elementos da indústria.”

Além de ser uma campeã para as mulheres na música country e na indústria da música em geral, Twain tem paixão em apoiar equipes e atletas canadenses. Você pode vê-la na quadra em um jogo do Raptors ou torcendo por Bianca Andreescu em casa. Mas estamos mais propensos a vê-la enfrentar uma partida contra Bianca ou acertar um tiro de três com o Raptors Pascal Siakam?

Não quero me adiantar muito, mas fui uma ótima atiradora de três pontos. Absolutamente, vou dizer que, para uma pessoa baixa, eu poderia atirar em um ponteiro de três. Eu adoraria fazer isso de novo!

Let’s Go!“, a residência no Planet Hollywood fará uma pausa após o show do dia 18 de dezembro e retorna em março. Para conferir a agenda completa dos shows, clique aqui.

#LetsGoVegas: Saiba como foi a noite de abertura da nova residência de Shania Twain
07 dez 2019

Nesta sexta-feira (6), Shania Twain abriu a temporada de shows de sua residência “Let’s Go!” no Zappos Theater em Las Vegas. Com figurinos bastante chamativos e ousados, a cantora dominou o palco e trouxe muitos de seus hits.

Shania aproveitou alguns dos instrumentais da “Now Tour” e recriou os cubos e os efeitos em um show memorável e totalmente diferente de sua primeira residência. Conforme prometido, a cantora transformou totalmente o palco do Zappos e trouxe uma verdadeira festa.

Para formar sua equipe, Shania chamou membros da banda e dançarinos que também estiveram presentes na “Now Tour”, incluindo os dançarinos Cris Canjero, Asiel Hardson e Re’Sean Pates. O dançarino Devin Walker, que esteve com Shania em sua primeira residência em Vegas e que, foi entrevistado por nossa equipe na época, também está de volta. A banda segue com Cory Churko, Derek Frank e Joshua Gooch, membros antigos que estiveram durante o show no Brasil no ano passado.

Shania montou um bar no palco, trouxe escadas, lasers, brilho e aproveitou para levar fãs ao palco para a interação, conforme ela havia prometido que faria. Além disso, o violão se manteve como um companheiro em vários momentos do show. Melody, cachorrinha de Shania também esteve no palco por um momento.

Em um dos momentos íntimos do show, Shania contou sobre como conheceu Prince e sobre como ele queria produzir seu álbum. Ela dedicou a canção “Forever And For Always” à ele em uma versão acústica incrível. Essa é a primeira vez que a canção retorna ao palco com Shania desde a “Up! Tour”, que terminou em 2004. Para esse momento, o palco ficou todo roxo, revelando a surpresa descrita pela cantora no tapete vermelho do AMAs no mês passado.

Shania levou novamente um casal de fãs ao palco, simulando um jantar, enquanto cantava “From This Moment On” e, em seguida, encerrou o show com chave de ouro ao som de “Man! I Feel Like A Woman!

O próximo show da “Let’s Go!” acontece hoje e você pode conferir todas as datas na nossa agenda, clicando aqui.

Confira abaixo o setlist do show de abertura:

Rock This Country!
Love Gets Me Every Time
Life’s About To Get Good
Up!
Don’t Be Stupid (You Know I Love You)
Come On Over
White Christmas
No One Needs To Know
You’re Still The One
You Win My Love
That Don’t Impress Me Much
Any Man Of Mine
Whose Bed Have Your Boots Been Under?
Honey, I’m Home
I’m Gonna Getcha Good!
Party For Two
Forever And For Always
Swingin’ With My Eyes Closed
(If You’re Not In It For Love) I’m Outta Here!
From This Moment On
Man! I Feel Like A Woman!

Confira abaixo vídeos do show de abertura da “Let’s Go!”

Shania Twain fala sobre a sua residência em Vegas e novo álbum
30 nov 2019

Em nova entrevista concedida à Broke Radke da Las Vegas Magazine no último dia 29, a cantora Shania Twain falou sobre a nova residência “Let’s Go!” no Zappos Theater e seu novo álbum, já programado para o próximo ano.

Confira a entrevista completa traduzida:

A rainha do pop country Shania Twain realizou uma residência musical agora lendária no Colosseum no Caesars Palace de 2012 a 2014, e depois de algum tempo em turnê e gravando seu primeiro álbum de estúdio em 15 anos, Now de 2017, ela está animada com seu retorno à Strip. Este mês “Let’s Go!” estreia no Zappos Theatre no Planet Hollywood Resort em 6 de dezembro e continua nos dias 7, 11, 13-14 e 18 de dezembro. Twain mal pode esperar para ultrapassar os limites do que é possível com uma produção de concertos no país.

Você está animada para revisitar uma residência aqui e apresentar sua música de uma nova maneira?

Tive uma ótima experiência durante a última residência e me sinto muito em casa (em Las Vegas). Estou animada para ser criativa novamente com esta plataforma e uma residência em Las Vegas é muito única. É um luxo para um artista, porque você mergulha em toda essa tecnologia que não pode levar em turnê. É como um playground e me sinto privilegiada por ser convidada a voltar. Mas estou empolgada com tantas coisas com isso e por estar de volta à cidade.

Você realmente abraçou Las Vegas, passou muito tempo aqui desde então e se conectou com diferentes aspectos da comunidade.

Quando você está em turnê indo de cidade em cidade, é uma experiência muito breve. Durante a residência em Las Vegas, conheci melhor a cidade e me apaixonei por ela. E eu gosto de estar na platéia lá. Eu sempre saio para comer nos restaurantes e assistir a outros shows e ir a jogos de hóquei. Acho que mergulhei no espírito de ser um membro da comunidade e você sabe que nunca fica entediado em Las Vegas.

Que shows você viu?

Fui à última apresentação de Celine no Colosseum e já vi todos os shows no Zappos Theater. Eu amo a sala e sei como é a partir da perspectiva do público, porque eu fui com muita frequência, observei o palco e aprendi todas as possibilidades com as quais posso brincar.

Você é a diretora criativa do seu show desta vez, mas você não foi muito ativa na primeira vez?

Desta vez, estou mais prática e mais familiarizada com o processo. Esse palco é um pouco menor e mais parecido com um palco de turnê, no sentido de que é mais parecido com um anfiteatro. É muito rock and roll, um palco muito interativo, menos formal do que no Caesars. Há mais espaço para tocar com um híbrido de concertos de teatro e arena. Fico muito confortável em criar lá e muito envolvida no dia a dia, e como já vi tantos shows lá, estou muito educada sobre como a sala funciona. Vai ser muito divertido e mal posso esperar.

Cuidado! Você pode criar um show tão bom que os outros residentes do Zappos Theatre vão querer que você dirija os shows deles.

Certo! Vou morar lá o ano todo e fazer isso, me tornar uma diretora de palco residente e show designer. Sou a favor disso!

No ano passado, você pegou a estrada novamente e fez uma turnê em apoio ao álbum “Now”, que era um álbum muito pessoal. Como foi aquela experiência?

A parte importante disso foi compartilhar com uma platéia ao vivo e obter sua reação e resposta. Isso foi tudo. É claro que eu não fiz o disco para tocar no meu quarto sozinha, mas também significou muito para os fãs. Tudo acabou em um círculo realmente completo. Foi uma turnê incrível e também foi isso que me levou a fazer outra residência, porque eu queria entrar mais nessa produção. Na estrada, foi muito emocionante e diferente, e pensei: “Posso fazer isso ainda melhor em uma residência em Las Vegas”.

E esta residência terá música nova para desenhar. Você está trabalhando em mais?

Estou trabalhando em um novo álbum e estou ansiosa para que isso aconteça no próximo ano. Poderei lançar novas músicas para o segundo ano da minha residência e adaptarei o show com certeza. O segundo ano será diferente do primeiro.

FONTE: Las Vegas Magazine