Shania Twain domina a 62ª cerimônia do Grammy Awards
27 jan 2020
notícia postada por Diego Brambilla

Neste domingo, no Staples Center, rolou uma das maiores premiações da indústria da música. Artistas de todos os gêneros, novos e contemporâneos se reuniram para uma noite de celebração. No meio de tantos astros e estrelas, Shania Twain andou no tapete vermelho do Grammy de 2020 como a lenda da música que ela é.

Vestida com um tule preto pontilhado exibia um traje preto, acentuado por um cinto preto e prateado. Babados reunidos no decote e pulsos para um toque feminino. Seu cabelo estava em um rabo de cavalo alto e em cascata e ela usava brincos de diamante. O figurino foi todo desenhado e confeccionado por Christian Siriano.

Shania, que não comparecia no evento há 21 anos, deu diversas entrevistas no tapete vermelho. Em entrevista ao Access, a cantora afirmou que sonha com uma colaboração com Lizzo, uma das maiores indicadas da noite.

Em entrevista ao ET, Shania também comentou sobre sua residência em Las Vegas e falou que, com certeza estará em um dos shows da nova residência dos Jonas Brothers, anunciada há poucos dias.

Shania subiu ao palco ao lado da cantora Bebe Rexha ao som de “Man! I Feel Like A Woman!” para apresentar o prêmio de “Melhor Performance de Duo/Grupo Country” para os cantores Dan & Shay, que já abriram um show da Shania durante a Rock This Country Tour em 2015.

“A mulher em mim está super feliz de compartilhar o palco do Grammy com essa mulher que quebrou barreiras para as mulheres do country e além”, citou Rexha, fazendo referência ao álbum “The Woman In Me“, responsável pelo primeiro Grammy de Shania em 1996. E Shania não deixou por menos. “Esse momento era para acontecer”, citando a música “Meant To Be“, sucesso internacional de Rexha.

Todas as fotos do tapete vermelho e da apresentação de Shania no palco do Grammy já estão disponíveis na nossa galeria. Para acessar, basta clicar aqui.

Agora, depois desse final de semana movimentado, Shania deve aproveitar a pausa até março, quando retorna ao palco do Zappos Theater, para mais shows da residência “Let’s Go!

Grammy 2020: Saiba onde assistir à premiação ao vivo
26 jan 2020
notícia postada por Diego Brambilla

A cidade de Los Angeles foi a escolhida para sediar a 62ª edição do Grammy. A premiação, que acontece neste domingo (26), trará Alicia Keys como apresentadora principal, além, é claro, de aclamados nomes da indústria musical.

Ao todo, são mais de 40 performances já confirmadas para a noite. E entre os indicados, temos grandes nomes do cenário musical do último ano, como Lizzo, Billie Eilish, Camila Cabello e Lil Nas X.

Shania Twain também está de volta ao palco do Grammy deste ano. Mas, ela não está indicada em nenhuma das categorias. Após mais de 20 anos sem participar dos prêmios, a rainha da música country estará no Staples Center para entregar o prêmio de uma das categorias.

Transmissão ao vivo

A transmissão ao vivo do evento, direto do Staples Center, fica por conta do canal CBS. No Brasil, a cerimônia será transmitida com exclusividade pela TNT a partir das 21h. É possível, assim, acompanhar a premiação de duas maneiras: uma pelo canal da emissora na TV a cabo e outra pelo aplicativo TNT Go.

Antes disso, às 20h, o canal E! Entertainment mostrará os detalhes do Tapete Vermelho, com comentários de Fernanda Soares e Phelipe Cruz.

Nós também faremos a cobertura completa do evento em nosso site e em nossas redes sociais.

Confira fotos de Shania Twain no Black And White Ball
26 jan 2020
notícia postada por Diego Brambilla

No último sábado (25), Shania Twain participou do evento Black & White Ball, no Caesars Palace em Las Vegas. O evento é promovido pelo Nevada Ballet Theatre, uma companhia regional de balé localizada em Las Vegas e é uma das maiores organizações de artes cênicas do estado de Nevada.

Shania foi honrada com o título de Mulher do Ano, e a honraria foi apresentada pelo amigo e integrante dos Backstreet Boys, Nick Carter.

Foi uma honra poder entregar o prêmio de “Mulher do Ano” para minha querida amiga Shania Twain“, escreveu Carter no Instagram.

No tapete vermelho, Shania posou ao lado de seu marido Fred e da cantora Marie Osmond em um vestido preto todo cravejado de brilho e o cabelo preso em um rabo de cavalo.

Todas as fotos do evento já estão disponíveis em nossa galeria e você pode conferir clicando aqui.

Shania Twain é escalada para se apresentar no Grammy Awards 2020
20 jan 2020

Há uma semana da maior premiação da indústria da música, a emissora americana CBS anunciou os artistas que devem se apresentar na premiação.

De acordo com um comercial que foi exibido durante o jogo de domingo dos playoffs Titãs x Chefes, a primeira hora contará com Lizzo, Jonas Brothers, Camila Cabello, Tyler, Bebe Rexha, Blake Shelton e Gwen Stefani, Keith Urban, Billy Porter e Tanya Tucker. Shania Twain, Brandi Carlile e Usher.

Da lista, Lizzo, Jonas Brothers, Camila Cabello, Tyler, o Criador, Tanya Tucker e Brandi Carlile, e Blake Shelton e Gwen Stefani foram confirmados até agora. Porém ainda não está claro se Twain aparecerá como apresentadora ou como performer.

A cerimônia este ano será comandada por Alicia Keys e acontecerá às 20h no dia 26 de janeiro.

No Brasil, o Grammy vai ser transmitido pela TNT Brasil ao vivo, às 21h. (horário de Brasília)


Atualização — 23 de janeiro de 2020

De acordo com um anúncio oficial publicado no site do Grammys, Shania Twain será apresentadora de uma das categorias da premiação, não sendo umas das performers da noite, como havia sido divulgado por alguns outros sites e tablóides.

Ainda não temos informações sobre qual categoria será apresentada pela cantora.

Cantora Halsey faz referência à Shania Twain em novo vídeo
10 jan 2020

Nesta sexta-feira (10), a cantora Halsey lançou seu novo single “You Should Be Sad” e, com ele, um videoclipe que deu o que falar.

O single faz parte do próximo álbum de estúdio da cantora, “Manic”. No video, a cantora faz referência a vários artistas mulheres inspiradoras, como Christina Aguilera, Lady Gaga e Shania Twain.

“Está carregado com acenos à grandes ídolos meus”, disse Halsey em sua conta no Twitter.

No vídeo, Halsey faz referência aos clipes de “Man! I Feel Like A Woman!” e “That Don’t Impress Me Much”, ambos vídeos icônicos da carreira de Shania.

A equipe do Halsey Brasil comentou que há vários dias, Halsey havia postado fotos de Shania em seu stories do Instagram. A cantora chegou a postar em seu twitter que “foi difícil não postar 100.000 fotos” da roupa de leopardo.

O clipe de “You Should Be Sad” está disponível no YouTube e já ultrapassa 800 mil visualizações.

Agradecimentos: Halsey Brasil

Shania Twain reflete sobre sua carreira e afirma que já está em estúdio
06 jan 2020

Em entrevista recente ao podcast de George Ezra, a cantora Shania Twain refletiu sobre sua infância em Timmins, o início de sua carreira e já afirmou que está em estúdio trabalhando em seu próximo álbum.

Durante sua infância, Shania passou por inúmeras dificuldades com sua família, desde não ter onde comer. Seu pai nem sempre tinha trabalho e a família tinha que procurar abrigo com membros de uma reserva indígena local. O pai de Shania, Jerry, era um índio da tribo Ojibway.

“Nós éramos uma comunidade compartilhando uns com os outros então, muitas vezes na reserva, íamos caçar em grupos e eles estavam caçando para todo mundo, não só para eles.”

“Era bem típico ir para a casa da minha avó depois da escola e, dependendo da estação do ano, alguns animais são melhores em certas estações do ano do que carne, mas, no outono, era particularmente bom e nós colocávamos, um grande pedaço de carne do tamanho de um bife no balcão e todos que chegavam, passavam e davam uma beliscada, algumas mordidas e era o que fazíamos.

Mas, apesar do trabalho duro, Shania compartilhou que sempre havia música em casa.

“Eu sempre fazia as harmonias e minha mãe achava estranho o porque de eu fazer isso, mas eu respondia eventualmente, mais depois dos 6 anos, que eu conseguia entender que eu estava cantando harmonias. E ai ela perguntava: ‘porque você faz isso?’ e eu dizia: ‘é muito chato cantar só com a melodia’ e daí rapidamente eu comecei criar a outra parte. Então, a melodia começava e eu cantava minha própria parte e sempre fui muito fã de grupos de vocalistas, por exemplo, The Mamas and The Papas, foram grandes para mim, The Carpenters.”

Shania também falou sobre os grandes desafios de cantar nos bares, já que sua mãe Sharon, a tirava da cama muitas vezes para que cantasse e ajudasse a colocar comida na mesa da família.

“Comecei aos 8 a cantar nos bares e aquela era minha plataforma, era o meu palco. E só havia duas coisas que eu podia fazer: eu podia cantar entre os sets e sair rápido e isso dava cerca de 15 minutos, eu subia, cantava 3 ou 5 músicas e tinha que sair, então isso era bem regulado. Mas o pior era que a maioria dos bares só deixava entrar depois da meia noite porque, quando você é menor de idade, quando eles param de servir álcool, à meia-noite, você é permitido de entrar.”

Seguindo a linha do tempo, Shania também falou sobre a morte de seus pais e como isso influenciou em sua carreira. Aos 21 anos, ela estava em Toronto, tentando conseguir um contrato de gravação quando soube que teria que voltar à Timmins, para criar seus três irmãos mais novos e lidar com a perda dos pais.

Shania então, consegue um emprego no Deerhurst Resort, em Huntsville, que ajudou a manter a família unida.

“Eu nunca sai de Ontário naquele momento e, quando meus pais morreram, eu consegui um emprego através de uma amiga com um ótimo pagamento, uma produção de palco, ainda em Ontário, mas eu nunca procurei esse tipo de trabalho porque não eram músicas originais. Eu sempre escrevi minhas próprias músicas e queria ser uma cantora que as grava.”

“Aquele tipo de apresentação foi uma necessidade para pagar as contas. Eu nunca consideraria procurar por um emprego como aquele, mesmo que pagassem melhor do que o que recebia, não ia me levar a nenhum lugar na minha carreira. Eu estava focando em me desenvolver, não ter um trabalho na música, então era o contrário do que eu estava procurando.”

“Eu sai daquele show, assinei com uma gravadora, porque toda a noite eu saia e ia gravar demos das minhas músicas, caindo na composição. Eu fazia isso até às 3 horas da manhã e logo cedo tinha que levantar, levar as crianças na escola, não tínhamos um bom aquecimento em casa então eu tinha que acender a fogueira antes de ir dormir, eles já estavam na cama, então eu acendia antes de eu ir para a cama, geralmente lá pelas 3 horas da manhã, e por volta das 7 horas, tinha que levantar antes deles.”

Shania também comentou sobre seu começo modesto em Nashville e como sua música foi rejeitada antes mesmo de ser lançada pela gravadora.

“A gravadora me deu cerca 20 mil dólares e aquele foi meu começo e eu escrevia músicas todos os dias e tinha dois produtores da gravadora que assinaram comigo e no final, eles decidiram que nenhuma das minhas músicas era forte o suficiente e eu teria que gravar músicas de outras pessoas.”

Shania também contou à Ezra que, para a produção de seu primeiro vídeo “What Made You Say That?“, ela foi quem escolheu o figurino, o comprou e se maquiou sozinha.

“Eu tive que usar as dicas de performance que tinha aprendido nos vídeos do meu primeiro álbum, o que foi muito importante. Se eu não tivesse feito os shows no Deerhurst, eu nunca teria aprendido como se mover como uma mulher.”

“No meu primeiro vídeo, não usei sutiãs, eu não estava me rebelando, estava me aceitando [como mulher]. Eu nunca me senti uma feminista nesse sentido, eu não estava sendo rebelde, estava só dizendo ‘esse é meu corpo e eu gosto dele, sou magra, sou atlética e é assim que se parece no vestido’. Aquilo foi muito ousado e, a barriga de fora.”

“Eles viram como um choque, como exploração, e eu fiquei ‘vocês estão brincando? Eu estou no controle aqui, são minhas decisões, eu estou dirigindo meu visual e é aqui que quero estar’.”

“A gravadora tinha me dado muito pouco dinheiro para aquele primeiro vídeo e eu tive que comprar as roupas para o vídeo, então o diretor disse ‘ok, aqui está’, 200 dólares mais ou menos, então eu fui à um brechó e provei tudo o que podia dentro daquele valor e claro, era um vestido bem maior, tive que apertar e tal, então eu tive que dirigir todo o look em mim mesma, não tinha ninguém para fazer cabelo e maquiagem, então eu tive que fazer isso por mim mesma e eu ainda acho que fiz isso muito bem, e eu me coreografei. Era basicamente nós dois, então eu fui livre em como eu queria aparecer, como eu queria me mexer, porque o diretor não fez isso.”

“Minha composição nunca foi totalmente country”

“Nas minhas primeiras performances, aos 8 anos, como o country tradicional era popular nos bares, eu cantava country tradicional, mas eu também cantava folk que eu estava acostumada a ouvir como Brad e Bee Gees, que não são nem um pouco country. Então eu já estava fazendo uma mistura já naquela idade, com Eagles, Fleetwood Mac, que estavam sempre mais para o lado do folk e do pop.

Shania também comentou sobre a controversa mistura entre country e pop, que se solidificou mais com o lançamento de álbuns como “The Woman In Me” e “Come On Over“.

“A partir do momento que eu assinei com uma gravadora, eu não era nem um pouco country convencional, eu desenvolvi para o que eu quisesse, você encontra seu próprio estilo. Então o que aconteceu foi que, quando eu consegui meu contrato e passei pelo primeiro passo de fazer o álbum que eles queria que eu fizesse e eu estava escrevendo todas as minhas músicas para o álbum, isso se tornou meu próprio tipo de country e já que as gravadoras country estavam contratando mais do que as gravadoras pop naquele momento, era ali que a minha oportunidade estava. A oportunidade estava na porta, eu entrei correndo por aquela porta, não importava que gênero era para mim, eu era minha própria música.”

Shania também comentou que os álbuns que Mutt produziu com ela – especialmente “Come On Over” – foram os primeiros álbuns country que ele havia produzido até então, e tornaram-se os maiores álbuns que ele já produziu na vida.

Shania também comentou sobre o seu retorno aos palcos em Las Vegas em 2012, com o show “Still The One“.

“Na primeira foi uma coisa que eu estava petrificada em fazer, teve muitas dúvidas e muita hesitação da minha parte, porque eu ainda estava recuperando minha voz, então, eu procrastinei por muito tempo sobre cantar de novo ou mesmo tentar cantar de novo.”

“A única coisa que realmente me puxou, foi ter um prazo e colocar alguma pressão. Então, eu demorei um pouco para aceitar, mas quando aceitei, eu tinha que cair de cabeça e fazer acontecer.”

E há uma diferença em voltar à Las Vegas agora, já que a cantora esteve envolvida em toda a produção do show “Let’s Go!“, que segue no Zappos Theater.

“Na noite de abertura, eu estava muito pronta, não estava nem com medo, não dava para acreditar. Eu trabalhei tão duro e estava preparada. Eu também acredito que quanto mais você se prepara, menos medo e ansiedade você sente sobre alguma coisa. Então estar envolvida com a produção, para mim, fez com que tirasse muito da minha ansiedade. Na hora que estou no palco me apresentando, eu sei de cada coisa que está acontecendo.”

E todo esse envolvimento com a produção a deixou inspirada para criar cada vez mais músicas e que já está em estúdio gravando demos para seu novo álbum.

“Criar música é minha parte favorita enquanto artista. Eu poderia viver sem qualquer outra música, menos sem criar música. Mesmo que ninguém fosse me ouvir, eu preciso disso como algo meu, é uma terapia para mim e uma indulgência que eu preciso.”

O podcast de George Ezra está disponível completo no Spotify, e você pode ouvir logo aqui abaixo: