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Finalmente nosso sonho já é realidade. Depois de mais de 20 anos de tentativas, Shania Twain já está em Barretos para o show da NOW World Tour que acontece neste sábado na arena da Festa do Peão de Barretos. A 63ª edição do evento já é recorde de público com destaque para a noite do dia 18.

E a menos de dois dias do evento, preparamos um resumão bem rápido sobre o que sabemos sobre a primeira apresentação de Shania em terras brasileiras:

1 – A programação

Além de Shania, outros cantoras também se apresentarão na Festa do Peão de Barretos no dia 18 de agosto. Segundo a programação oficial e informações do próprio Departamento de Turismo de Os Independentes, os portões serão abertos das 19 horas e os shows da noite devem começar com Marília Mendonça às 22:45, seguida pelo suíço Bastian Baker às 00:00h e por Shania às 00:30.

2 – A entrada

A Master Selas (@masterselas no Instagram) preparou uma sela especial para Shania Twain, o que indica que, ao contrário dos demais shows da NOW Tour onde a cantora entrava na arena pela multidão, dessa vez, a Rainha do Country deve subir ao palco montada em um cavalo. Imaginamos uma entrada parecida com a dos shows realizados em Calgary e Charlottetown em 2014.

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3 – O palco

O palco que foi preparado para a cantora difere dos demais do restante da turnê até agora. Os enormes cubos que servem de telões durante o show não foram trazidos ao Brasil, porém, ao invés disso, teremos um telão enorme no fundo que reproduzirá as mesmas exibições dos cubos. Aparentemente, Shania também não voará durante “You’re Still The One“, como fez na América do Norte. No entanto, nada disso faz com que o show brasileiro seja algo menor do que o esperado. Detalhes do palco já foram revelados nas próprias redes sociais da festa nesta quarta-feira.

Está um show!!!! #FestaDoPeãoDeBarretos #BarretosÉShow #ParqueDoPeão #ShaniaemBarretos @bodinhobarretos

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4 – O setlist

Ainda não temos informação quanto ao setlist, porém acreditamos que a listagem usada durante a passagem da NOW Tour pelo Brasil não seja muito diferente dos shows da América do Norte. Pelo que pode ser visto pela imagem do palco, a projeção usada em “Let’s Kiss And Make Up” já está programada no palco da arena, o que sugere que a canção possa voltar ao set. (“Kiss And Make Up” havia sido retirada do set desde o show em Fresno no dia 01 de agosto.

O setlist completo da turnê até aqui, você pode ouvir em uma playlist exclusiva no Spotify!

Fiquem ligados no nosso Instagram (@portalshaniabr) para todas as atualizações sobre a passagem de Shania pelo Brasil. No dia 18 de agosto (sábado), dia do evento, estaremos online o dia todo, mostrando desde os preparativos dos fãs até o final do show.

No dia 01 de julho foi finalmente lançado o vídeo oficial da canção “Soldier“. Uma outra versão do vídeo já havia sido publicada e retirada do ar segundos depois em junho sem qualquer justificativa ou manifestação por parte de Shania ou de seus assessores.

A nova versão contém trechos de filmagens de famílias de soldados recebendo-os de um retorno e conta também com cenas da cantora performando a canção em sua nova turnê “Now“. Sobre a canção, Shania publicou em seu Instagram: “é sobre a dor no coração de ter que se despedir de alguém querido. Eu quis fazer esse vídeo para honrar os homens e mulheres que servem aos seus países todos os dias.

Apesar de nada oficial ter sido divulgado ainda, “Soldier” deve ser o próximo single do álbum “Now“, lançado em setembro do ano passado, e deve chegar às rádios em breve. Enquanto isso, a cantora segue com a agenda de shows da turnê “Now“.

Confira o vídeo abaixo:

A cantora Shania Twain sentou-se com Meredith Heil em janeiro deste ano para falar mais uma vez sobre o processo de gravação de seu álbum “Now”, lançado em setembro do último ano. A cantora revelou que o álbum foi escrito em um período muito único de sua vida e que não sabe se algum dia, fará outro registro tão pessoal.

Confira a entrevista completa abaixo:


Shania Twain é nada menos do que forte. Graças, em parte, ao sucesso de “Come On Over” de 1997 , que a doce canadense de 52 anos continua a ser a artista feminina com maior vendagem da história. E, apesar de traçar um caminho insensivelmente rochoso desde seu último lançamento há quinze anos atrás – um divórcio que tomou conta dos tabloides e uma batalha com a doença de Lyme que levou a uma desordem vocal, superada por anos de terapia – a rainha ainda conseguiu sair no topo.

Seu mais novo álbum, apropriadamente intitulado “Now” , é uma verdadeira partida de seus dias de “Let’s go girls”. Passado (mas não totalmente esquecido) é o flerte misterioso de “Come On Over” com o girl-power dos anos 90 – os padrões altos, as declarações de independência e liberdade contra um cenário divertido e inspirado pelo pop – e em seu lugar há uma sensação de introspecção madura. O álbum é um olhar mais profundo para a artista não como um ícone, mas como um humano honesto. Com cada música, sejam elas pesadas de guitarra, batidas country animadoras, auto-reflexões ou, muitas vezes, uma mistura de todos os três, “Now” pensativamente narra dificuldades, crescimento, triunfo e o tipo de resistência de visto apenas nos confins do Nordeste de Ontário.

De sua casa atual nas Bahamas ensolaradas, Twain me levou para alguns de seus anos mais difíceis, mantendo-se positiva e evitando o karaoke a todo custo.

Meredith Heil: Passando um tempo com este novo álbum, o que mais me impressiona é que é uma jornada – todos esses altos e baixos e reviravoltas. Conte-me sobre essa experiência.

Shania Twain: Este álbum realmente foi uma jornada através de uma transição que demorou mais do que eu esperava. No início, havia muita dor. Então eu comecei a refletir, girando em círculos e, em seguida, otimismo – a sobrevivência, realmente – entra, e estamos comemorando a luz no final do túnel. Cada música no álbum reflete pelo menos uma dessas três partes: auto descoberta, autocura e recuperação. Não tenho certeza se escreverei um álbum assim novamente. Foi um período muito único na minha vida. Mesmo nos momentos mais baixos, todas essas emoções estavam lá. Algumas das músicas têm mais uma letra melancólica, mas a música é toda trippy. “Life’s About To Get Good” é o exemplo perfeito. Os versos não podem ser mais escuros, mas também há esse contraste. Quando eu estava naquela posição, eu estava agarrando a qualquer vislumbre de otimismo, agarrando-me a isso. E quando eu cheguei do outro lado, eu ainda estava refletindo sobre os momentos de merda. É quase como se eles não pudessem viver um sem o outro.

MH: O que é o autocuidado para você?

ST: Tempo. Eu sou muito protetora com o “meu momento”. Eu gosto do meu isolamento. Para mim, a composição é um daqueles momentos muito indulgentes onde eu tenho a desculpa perfeita para estar sozinha porque é assim que eu me concentro melhor. Cozinhar é outro. Adoro fazer bolo, pão, sopa, todos os alimentos de conforto. Quando estou aborrecida ou inspirada – qualquer um – eu vou à cozinha, vejo o que está na geladeira e apenas começo a criar.

MH: Há uma música que foi realmente difícil de escrever? Um tipo que caiu na página?

ST:More Fun” foi uma música que escrevi numa tarde. Eu estava com  gripe e senti pena de mim mesma porque estava um dia tão lindo e havia um ótimo jogo de baseball na cidade e eu estava tipo, Eu faria qualquer coisa para sair e ir a esse jogo e aproveitar este dia. E então eu pensei, Não tenho tempo para estar doente. Preciso de mais diversão na minha vida porque quando não estou doente, estou trabalhando e, quando não estou trabalhando, quero fazer algo que é apenas jogar. Essa música era sobre reconhecer que precisamos nos divertir tanto em nossas vidas, e nasceu realmente, muito rapidamente.

Uma das canções que durou mais tempo foi “I’m Alright“, que é realmente um exemplo perfeito de sair da escuridão, superar a negatividade, a auto derrota e a auto-dúvida. Ela progrediu e assumiu diferentes significados ao longo do tempo. Às vezes, chegar ao verdadeiro significado de uma música para você, o escritor, leva tempo. Você tem que viver com ela por um tempo.

MH: Quero falar de como “Now” é diferente do seu trabalho mais antigo. Existe uma vulnerabilidade real aqui, é mais pessoal. Você pode falar com isso?

ST: Na época do “Come On Over“, eu estava realmente gostando de escrever com senso de humor sobre as tensões entre os sexos, compartilhando meu ponto de vista com atitude e não me desculpando por isso. Foi um momento muito divertido, naturalmente expressivo. E agora, o meu otimismo está saindo mais como gratidão e positividade, optando por ver o lado positivo, lutando por esse lado brilhante, sabendo que está lá e recusando-se a deixar ir, recusando ficar no escuro.

MH: Mas ao mesmo tempo, “Come On Over” é tão atual. Não posso deixar de pensar em “If You Wanna Touch Her, Ask!” com tudo o que está acontecendo em termos de assédio sexual. Você pensou há vinte anos, quando escreveu essa música, que seria tão relevante agora?

ST: Sabe, acho que essas questões são atemporais e esses problemas estiveram aqui desde sempre. Eu escrevi essa música da minha própria experiência, e é uma declaração que não devemos, atualmente e com essa idade, ainda termos que fazer isso. Quero dizer, chegamos tão longe com a igualdade, mas as normas precisam mudar para que tudo o mais se aproxime. Mas até que possamos fazer isso, isso vai continuar. Eu diria, no entanto, que é bom que estivéssemos falando mais sobre isso. Talvez apenas certas pessoas estivessem relacionadas a essa música na época, e agora que essas questões estão muito mais à frente, parece que poderia ser empoderadora para uma gama muito maior de pessoas.

MH: Concordo. Falando em alcançar uma gama mais ampla de pessoas, você é famosa por ser uma das artistas originais do crossover da música country. Você pode falar sobre suas influências musicais e como você acha que a música crossover, especialmente quando se trata de country, tornou-se tal coisa?

ST: A música com a qual cresci influenciou todas as músicas que já escrevi. Os Beatles, The Carpenters, Gordon Lightfoot e outros artistas folk – esse é o banco que vou aproveitar para o resto da minha vida. Mas também estou realmente inspirada por onde a música já passou desde a última vez que eu fiz gravações. Artistas da maioria dos gêneros ouvem uma grande seção transversal de música. Passei minha adolescência ouvindo Foreigner e Def Leppard, mas quando criança era Karen Carpenter, Linda Ronstadt e Johnny Cash. Independentemente do tipo de artista que você é, você também está muito influenciado por outras coisas que você está ouvindo e desfrutando, mesmo que não seja quem você é. Então você começa a obter essas polinizações cruzadas, cultural e artisticamente. O country está apenas vendo uma evolução real agora.

MH: Em meus círculos, pelo menos, o seu catálogo está em rotação de karaokê pesada. Qual é a sua música para karaokê?

ST: Eu evito karaokê a todo custo, na verdade … Eu sou realmente ruim nisso. Você nunca sabe em que nota vai estar, e é sempre uma mistura estranha e funky, o que me irrita. Talvez eu leve isso muito a sério? Eu me divirto muito enquanto outras pessoas cantam karaokê.

MH: Você também passou a atuar. Estou morrendo de vontade de perguntar sobre Broad City.

ST: Diversão pura! Toda a equipe, eles são muito talentosos. Adorei todo esse lado cômico das coisas, apenas me diverti, era uma oportunidade de ser eu mesma, mas com menos inibições.

Fonte: Lenny Letter


Shania Twain ainda é a única! Com seu novo álbum “Now” lançado no ano passado, a cantora dominou as paradas de países como Canadá, Austrália e Bélgica. Agora, em 2018, a cantora se prepara também para levar para a casa mais alguns troféus do JUNO Awards.

Não é a primeira vez que a cantora canadense Shania Twain se prepara para premiações canadenses. A cantora já reúne em sua carreira uma quantia de 13 troféus JUNO, sendo o último deles recebido em 2011, junto com a inclusão de seu nome no Hall da Fama da Música Canadense.

Em 2018, a cantora concorre com duas indicações: Artista do Ano (contra Daniel Caesar, Gord Downie, Lights e Ruth B) e Álbum do Ano (contra “Everything Now” do Arcade Fire, “Nobody But Me” de Michael Buble, “Revival” de Johnny Reid e”Safe Haven” de Ruth B).

O anúncio dos indicados foi feito nesta terça-feira e a cerimônia de premiação deve ocorrer em 24 de março pela emissora de TV CBS. O evento, com apresentação de Michael Bublé, deve ocorrer em Vancouver.

Confira os demais indicados nas outras categorias:

SINGLE DO ANO:
How Far I’ll Go” – Alessia Cara
Everything Now” – Arcade Fire
Knocking at the Door” – The Arkells
There’s Nothing Holdin’ Me Back” – Shawn Mendes
I Feel It Coming” – The Weeknd

ÁLBUM DO ANO:
Everything Now” – Arcade Fire
Nobody But Me” – Michael Buble
Revival” – Johnny Reid
Safe Haven” – Ruth B
Now” – Shania Twain

ARTISTA DO ANO:
Daniel Caesar
Gord Downie
Lights
Ruth B
Shania Twain

GRUPO DO ANO:
Alvvays
Arcade Fire
Broken Social Scene
Hedley
A Tribe Called Red

Fonte: CTV News


Depois de anos, finalmente Shania Twain deve chegar ao Brasil em breve. Segundo informações do jornalista José Norberto Flesch (@jnflesch), a diva do country será a principal atração da Festa do Peão de Barretos, tradicional evento que acontece anualmente na cidade do interior de São Paulo.

A 63ª edição do festival acontece de 16 a 26 de agosto. A data do show de Shania será anunciada nos próximos dias, assim como a venda de ingressos. O evento coincide com um espaço vago na agenda de Shania cujo último show do mês acontece no dia 04 de agosto em Las Vegas. Depois, a cantora só volta à estrada em Setembro para shows na Europa.

A passagem pelo Brasil deve fazer parte da turnê mundial que promove “Now“, seu álbum mais recente, que foi lançado em setembro do ano passado. Há possibilidade de que ela faça shows também em outros locais, porém isso ainda está para ser definido.

Vale lembrar que na época do lançamento do álbum, a cantora gravou uma mensagem especial para os fãs brasileiros. A equipe do Portal Shania Twain tentou contato com os responsáveis pelo evento para mais detalhes, porém, até o encerramento dessa matéria, não obtivemos nenhuma resposta.

Fonte: Destak


Muito têm se falado sobre o retorno de Shania Twain em 2017 com o seu primeiro álbum em 15 anos. “Now“, além de seu primeiro álbum desde “Up!” de 2002, ainda marca o primeiro trabalho da cantora sem seu ex-marido Robert “Mutt” Lange, responsável pela produção e co-criação das músicas dos álbuns anteriores da cantora.

Alavancado pelos singles “Life’s About To Get Good” e “Swingin’ With My Eyes Closed“, o álbum chegou às lojas no finalzinho de setembro e, rapidamente alcançou a primeira posição nas paradas dos Estados Unidos, Canadá, Reino Unido, Austrália e Escócia, porém com a diminuição de sua divulgação, suas vendas caíram drasticamente, tirando o álbum do top 10 da Billboard já em sua segunda semana.

Considerando todo o processo que levou a cantora à produção do álbum, Dan Wooton concedeu à Shania o prêmio de “Retorno do Ano” no Bizarre Awards. Dan, que havia entrevistado Shania para seu podcast em setembro deste ano, escreveu no Twitter:

“Ela superou um coração partido, uma doença que ameaçou destruir sua voz e a batalha das paradas mais acirrada em anos ao ganhar seu primeiro álbum #1 em 20 anos. A incomparável Shania Twain, uma merecedora do “Retorno do Ano” #ShaniaTwain”

No entanto, o site MSN, considerou o retorno da superestrela country um dos mais decepcionantes de 2017, ao publicar: “O estilo de Shania não mudou nem um pouco, e sua marca de country-pop parece não estar fresca em 2017“. Confira a crítica completa abaixo:

Surpreendentemente, “Now” é apenas o quinto álbum de estúdio da Shania Twain. Isso parece estranho apenas porque seus esforços anteriores (começando com a “The Woman In Me” de 1995) conseguiram gerar singles crossover por anos e anos, fazendo parecer que foram lançadas toneladas a mais de material do que realmente foi. Ainda assim, a pausa de 15 anos entre “Up!” e “Now” foi incomum mesmo para Shania, o que significa que, com as expectativas em alta, o álbum resultante só poderia ser o resultado de várias rodadas de vários executivos e produtores que passavam por cada música e certificando-se de que cada momento estava perfeitamente em seu lugar. Este é Shania, afinal, então nada menos do que uma dominadora das paradas simplesmente não é aceitável.

O problema? Cuidadoso como cada nota e palavra perfeitamente colocadas para um impacto máximo, o estilo de Shania não mudou nem um pouco, e sua marca country-pop, pronta para o sol, não parece fresca em 2017: parece obsoleta, espancada. Até mesmo as suas apresentações vocais parecem planejadas e forçadas, o que é uma vergonha, considerando que a aparente simplicidade foi o que a tornou uma superpotência. “Now” pode ter liderado as paradas, mas rapidamente (e abruptamente) caiu do Top 10, provando o velho ditado que as bases de fãs são como as plantas: você deve continuar agradando-os. Depois de não conseguir fazê-lo por mais de uma década, apenas o núcleo permanece, e depois de uma série de músicas como esta, apenas o núcleo permanecerá com ela no futuro.

Após encerrar as apresentações deste ano, a cantora agora deve passar o final de ano com sua família e seguir para 2018 com sua turnê “Now” que tem início marcado para 03 de maio.

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